Dentre as tentativas de fazer com que o julgamento do impeachment do governador Carlos Moisés, previsto para esta sexta-feira seja adiado, está o do deputado estadual Ivan Naatz (PL). Ele sustenta que deveria ser remarcado para depois que o Conselho Superior do Ministério Público decida se mantêm o arquivamento.

No entanto, em decisão do presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Ricardo Roesler, o pedido foi negado.
Esta foi a segunda vez que o deputado pediu o adiamento, e agora, na véspera do julgamento, e segundo o magistrado, sem nenhum abstrato material.
Enfim, a impressão que se tem, é de que uma das partes interessadas, está fazendo de tudo, para criar o embaraço jurídico para que o julgamento não ocorra amanhã. É briga de cachorro grande, pela manutenção do poder.
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A Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa apresentou parecer contrário ao pedido de convocação do governador Carlos Moisés (PSL), para ser ouvido na CPI. A Procuradoria informou que as constituições estadual e federal, não permitem a convocação de chefes de poderes executivos, sejam eles de qual esfera for.
