Não sei como muitas pessoas foram contra a realização da 27ª Festa Nacional do Pinhão. O acontecimento é sem dúvida, o maior patrimônio cultural, de entretenimento, e de turismo de eventos da Serra Catarinense, e um dos maiores do Estado.
Sacrificar a realização pelas razões que já conhecemos, seria o mesmo que fugir das responsabilidades e criar mais um problema constrangedor para a própria comunidade.
Minha linha de raciocínio seguiu o pensamento expressado pelo prefeito interino Toni Duarte, durante o lançamento oficial, na manhã desta terça-feira (28), na Acil.
Obviamente, foi uma decisão difícil de fazer ou não o evento. Mas, conforme ele mesmo disse, seria terrível acrescentar em seu currículo de gestor temporário a não realização da Festa. Concordo. Lages perderia.
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Contra o tempo
Em 2014, o pessoal da Gaby Produções organizou o casting de shows em 60 dias. Este ano, devido aos fatores extras que atrapalharam o trabalho, tudo foi feito em menos tempo.
De qualquer forma, tem agora menos de 30 dias, e com as atrações principais definidas, resta trabalhar na montagem da estrutura, e ainda organizar o fator novo para a Gaby, ou seja, o controle da limpeza do Parque e da segurança, entre outros quesitos que praticamente elimina a participação da Prefeitura em boa parte da organização.
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Apoio da imprensa
Foi amplamente reiterado o pedido de apoio da imprensa na divulgação. Afinal, serão aproximadamente 40 dias até a abertura da Festa.
Diante do fator tempo, a badalação em torno da Festa do Pinhão já está acontecendo. O lançamento foi o grito definitivo que faltava para que o Brasil saiba que o evento vai acontecer.
De minha parte, não tenho dúvida de que será uma das maiores festas já realizadas. Está se trabalhando para isso.
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Presença nativa
Independente dos shows nacionais, a programação contempla bastante a nossa tradição.
Shows nativistas, gauchescos, bailes, entre outros, tanto no Parque Conta Dinheiro, quanto no Recanto do Pinhão, no Centro da cidade, estão ligados à tradição gaúcha.
Sem falar na contemplação gigante que as Sapecadas proporcionam à cultura nativa e gaúcha.
O evento tem dois festivais nativistas entre os mais conceituados do Sul do País, e ainda há que reclame que o nativismo está ainda sendo deixado de lado.
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A programação nacional
Era para se ter uma atração internacional. Os problemas extras atrapalharam a contratação que viria por 400 mil dólares. Não foi então possível.
No entanto, creio que os shows nacionais estão bem variados e devem satisfazer a todos os públicos. Confira:









