Partidários cobram posição definitiva de Raimundo

Recebi de quem esteve em Chapecó, alguns comentários para que eu pudesse analisar e até falar a respeito. Refiro-me à participação do ex-governador Raimundo Colombo, no ato de lançamento da pré-candidatura do deputado Gelson Merisio ao Governo do Estado, no último sábado, 9.

Os comentários dão conta de que Raimundo não foi enfático e nem assumiu abertamente o projeto de Mersio. Em resumo, ficou devendo um posicionamento efetivo a respeito.

Lideranças que estiveram presentes ficaram contrariadas exatamente pela falta de um discurso afinado, sobre o apoio a Merisio.

Não estive lá. Seja como for, ao observar outras opiniões do meio político, a análise dobre Raimundo e Merisio, é a mesma, a de não ter realmente abraçado, neste dia, a proposta lançada em grande ato.

Houve que fosse mais longe, exigindo de Raimundo um manifesto definitivo de que lado vai estar, pois, pode perder apoio ao seu projeto eleitoral ao Senado.

(Foto: divulgação)

Sabatinas do Merisio

O pré-candidato ao governo de Santa Catarina, Gelson Merisio, começou o projeto estimulando a necessidade de o Oeste ser a bola da vez, e eleger o Governador. Conseguiu. Num segundo momento, decidiu pelas sabatinas regionais, percorrendo todas as regiões. Uma estratégia bem pensada, aliás, executada com maestria pelo empresário da comunicação, Paulo Hoeller.

O mais interessante na proposta, é a extinção de todas as Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs), e repassar a responsabilidade na intermediação com o governo, as Associações de Municípios. Afinal, todas têm capacidade e estrutura, para a interlocução dos projetos. Merisio tem acumulado pontos junto aos gestores municipais. Resta saber se isso tudo irá se reverter em aceitação popular. A próxima pesquisa dirá.

(Foto: divulgação)

MDB e PSD: caminhos opostos

Os bastidores da política estão cada vez mais quentes. Principalmente quando ainda se discute a junção entre MDB e PSD.

Amin e Merisio reforçam proximidade para o pleito de 2018. Resta saber qual deles irá encabeçar a chapa.

Tudo indica que os dois partidos seguirão caminhos separados para o próximo pleito, se depender de Gelson Merisio e seus apoiadores. Tanto, que ele pediu que seus pares em cargos de confiança deixem o Governo, e quem não o fizer terá a filiação suspensa.

Dentro do MDB, o entendimento é de que não vão mesmo mais poder contar com os pessedistas, e devem seguir na busca de novas parcerias. Na mira, o PSDB e o PR.

Seja como for, a relação entre os dois partidos está cada vez mais deteriorada e não tem remendo que conserte. O comportamento do PSD hoje, é o de oposição.

Política catarinense em fase de ajuste

O que dizer da política catarinense, a não ser as observações de que o PSD está cada vez mais alinhado com o PP e o PSB. Este “time” político dificilmente irá se dissolver.

Não há dúvida de que o PMDB está sobrando, e completamente fora dos planos de alinhamento. O próprio PSDB, que sempre foi considerado a “noiva” do processo de aglutinação, já não assume mais essa condição.

Porém, os tucanos podem somar, se quiserem. Afinal, há gente deles dentro do governo, o que sinaliza forte chance de parceria.

Amin e Colombo, sintonizados – (Foto: Blog de Prisco Paraíso)

Enquanto isso, o PMDB, um tanto alijado dos processos de alianças, segue sozinho e indefinido. Não há sequer um nome de consenso ao Governo. Por hora, o que mais aparece é o do deputado Mauro Mariane, mas, o Partido não bateu martelo ainda, apensar do apoio declarado do vice-governador, Eduardo Pinho Moreira.

Seja como for, o PSD com Gelson Merisio, está bem à frente no fortalecimento do projeto de candidatura ao Governo do Estado.

Quanto aos demais partidos do Estado, pouco se ouve falar em nomes. Assim, está a política estadual atualmente.

Lei pode ajudar o consumidor

Quando você precisa cancelar algum tipo de serviço, normalmente isso se torna um grande problema.

Talvez, isso possa se resolver, a partir do  PL 100.4/2017, proposto pelo deputado estadual Gelson Merisio (PSD), que obriga as empresas a oferecerem o cancelamento pelos mesmos meios em que permitem a contratação.

Uma das exigências, por exemplo, é que as pessoas possam pedir o fim da assinatura da TV ou do plano de saúde também pela internet. Outra, que os bancos permitam o cancelamento do cartão de crédito diretamente no caixa eletrônico.

A ideia é garantir que as pessoas não sejam obrigadas a passar horas no telefone para concluir um cancelamento.

Depende de aprovação  

O projeto de lei, quando aprovado pelo plenário da Assembleia, trará essas melhorias para serviços como telefonia, TV por assinatura, internet banda larga, serviços bancários, planos de saúde, cursos livres e títulos de capitalização de seguros.

TV por assinatura, internet banda larga, serviços bancários, planos de saúde, cursos livres e títulos de capitalização de seguros.

(Foto: Guto Kuerten)