Indústria busca aproximação com imprensa

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) – Casa do Jornalista se uniram para promover uma espécie de diálogo com a imprensa, com objetivo simples, o de promover a aproximação entre os empresários e a comunicação.

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Em Lages, o encontro ocorreu na manhã desta terça-feira (26). Moderado pelo presidente da ACI, Ademir Arnon, o diálogo propôs a abertura de situações práticas vivenciadas pelos painelistas especialmente convidados para a ocasião: a jornalista de economia do Diário Catarinense, Estela Benetti, Mauro Maciel (Correio Lageano), Anderson de Souza (empresário) e Giordan Heidrich (Estrutural Administração).

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Com certeza, o encontro foi produtivo e deve criar uma nova visão entre as empresas e a classe jornalística, na difusão das informações, um tanto restringidas pelos industriários, por fatores que muitas vezes são inexplicáveis.

Talvez, nesse sentido, houve o consenso de que a indústria precisa se abrir mais para a informação, até mesmo usar da comunicação como meio de divulgação de suas ações, inclusive, para a própria defesa diante de conceitos mal interpretados.

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Enfim, a timidez e o receio da classe empresarial quanto à imprensa, precisam ganhar novos contornos e estarem mais próximos.

Assim, a iniciativa da FIESC e a ACI ganhou quatro grandes encontros no Estado, que deram uma visão mais generalizada sobre os problemas enfrentados e qual o papel na imprensa diante das constatações do cotidiano sobre o setor industrial.

No evento, em Lages, também foi apresentado o Prêmio FIESC de Jornalismo 2016.

Não ao retorno da CPMF

Ao propor o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), demonstra o quanto o Governo Federal é incompetente. A ideia precisa ser combatida e não pode ser imposta como única alternativa para o fechamento das contas, pois, o Governo não faz o dever de casa, como por exemplo, provocar um austero enxugamento da máquina.

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Estou junto com as 16 vice-presidências da FIESC no Estado que acabam de lançar a mensagem “CPMF Nunca Mais”.

A iniciativa, que nesta segunda-feira (30) também chega às redes sociais da entidade, rejeita qualquer tentativa de retorno da CPMF.

O imposto foi extinto em 2007, mas o governo federal pretende recriar o tributo para ajudar a fechar as contas públicas. Na internet, a população pode participar usando a palavra-chave (hashtag) #CPMFnao.

“As ações da FIESC estão alinhadas e reforçam a posição do Sistema Indústria contra a recriação da CPMF, imposto já rejeitado pelos brasileiros com veemência”.

A união de forças é necessária. Pois, caso seja novamente instituída, todos sabemos que o dinheiro terá destino incerto. Ninguém saberá exatamente para onde os recursos estão sendo destinados, ou desviados.

É só mais um fundo para engordar contas e mais contas dos espertos e aproveitadores.