A campanha eleitoral em 2018 terá, sem dúvida, a estrutura da ADRs centralizada nos debates. Hoje, já está sendo alvo de críticas e de pré-candidatos, inclusive, do próprio Gelson Merisio, do PSD, que faz uso do discurso pela total extinção.
A materialização de mudanças em toda a extensão das atuais Agências de Desenvolvimento Regional será inevitável. Raimundo Colombo poderia começar desde já. Porém, não quer ser o executor do fim da obra iniciada por Luiz Henrique da Silveira. O futuro é quem vai decidir. Aliás, este futuro tem nome: Eduardo Pinho Moreira.
Há quem diga, que, desde que elas tiveram o modelo mexido e transformado em Agências, o sistema não é mais o mesmo. Perderam em sustentação. Difícil será algum pré-candidato ao Governo, mesmo sendo do PMDB, sustentar em discurso a necessidade da manutenção.

Enquanto isso há que esteja desistindo do comando dela. Edgar Giordani (foto), de Chapecó, pediu afastamento nesta segunda-feira (3) alegando a necessidade de cuidar de seus projetos pessoais.
As ADRs até poderão não se extinguir por completo. O modelo de descentralização com a finalidade de começo, meio e fim, tem espaço. Porém, a redução drástica do número de Pastas, isso sim deverá acontecer. Basta deixar uma em cada região. De qualquer forma, o futuro das Pastas, obrigatoriamente terá que ser rediscutido. Na Assembleia Legislativa a questão tem ganhado corpo.





