Ano eleitoral pode atrasar obras prometidas na BR-282

O deputado estadual Lucas Neves esteve na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Santa Catarina para cobrar avanços em obras consideradas estratégicas na BR-282, especialmente no trecho entre o Litoral e a Serra Catarinense.

Entre os principais temas da reunião estiveram o andamento do projeto das terceiras faixas na BR-282/ O parlamentar foi recebido pelo superintendente estadual do órgão, Amauri Lima.  / Foto: Assessoria de Imprensa

Entre os temas discutidos com o superintendente do órgão, Amauri Lima, estão o projeto de implantação de terceiras faixas e a busca por uma solução definitiva para o gargalo de trânsito no cruzamento da rodovia com a Avenida das Torres, em Lages.

O DNIT informou que os projetos de duplicação dos trechos urbanos da rodovia já foram contratados e que, em até seis meses, deverá apresentar um parecer técnico com a melhor solução de engenharia para o local, que pode incluir a construção de um viaduto ou outras intervenções.

Também foi discutido o projeto de terceiras faixas ao longo da rodovia, que prevê cerca de 16 quilômetros de pistas adicionais e melhorias em pontes e trevos. A conclusão do projeto deve ocorrer em abril, permitindo a abertura de licitação ainda neste semestre, embora as obras dependam da liberação de recursos do Governo Federal.

Segundo Lucas Neves, as intervenções são fundamentais para melhorar a segurança e a mobilidade na rodovia e para impulsionar o desenvolvimento da Serra Catarinense. 

Por outro lado…

Embora os projetos avancem no papel, entendo que a execução efetiva dessas obras ainda em 2026 enfrenta um obstáculo adicional: o calendário eleitoral. Em anos de eleição, a máquina pública tende a operar em ritmo mais cauteloso, seja pelas restrições legais impostas pela legislação eleitoral, seja pela própria lentidão administrativa que costuma acompanhar períodos de transição política.

No caso das intervenções na BR-282, mesmo que os projetos avancem e a licitação seja lançada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, ainda existe o desafio da liberação orçamentária e da tramitação burocrática. Esses processos, que já são naturalmente demorados, podem sofrer novos atrasos quando coincidem com disputas eleitorais e mudanças de prioridades dentro do governo federal.

Na prática, isso significa que dificilmente obras estruturantes sairão do papel com rapidez neste ano. O mais provável é que 2026 fique marcado pela etapa de projetos, licitações e definições técnicas, deixando o início efetivo das intervenções para o próximo ciclo administrativo. Enquanto isso, motoristas que utilizam diariamente o trecho urbano em Lages continuam convivendo com filas, riscos e a sensação de que soluções estruturais para a rodovia ainda caminham em ritmo mais lento do que a necessidade da região.

Pelo menos 19 novos radares serão instalados na BR 282

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) confirmou a instalação de 19 novos radares de velocidade na BR-282, especialmente no eixo que liga a Serra Catarinense à Grande Florianópolis, incluindo trechos entre: Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Rancho Queimado, Alfredo Wagner, Bom Retiro (região serrana próxima a Lages).

Imagem criada pela IA ilustra simbolicamente a situação da BR 282 no trecho entre Lages e Florianópolis

Os equipamentos fazem parte da retomada da fiscalização eletrônica nas rodovias federais catarinenses.

Quando começam a funcionar

Instalação física: janeiro a março de 2026

Aferição técnica (Inmetro): após instalação

Início das multas: a partir de abril de 2026, de forma gradual

Implantação completa: até maio / primeiro semestre de 2026

Opinião: radares primeiro, estrada depois?

A instalação de 19 novos radares na BR-282 revela um contraste que incomoda quem depende diariamente da rodovia entre Lages e Florianópolis: a velocidade do Estado para fiscalizar não é a mesma para investir.

Ninguém discute a importância da segurança viária. Reduzir mortes é prioridade absoluta. O problema é outro, a lógica aplicada.

A BR-282 continua sendo, em grande parte, uma rodovia de pista simples, sinuosa e saturada. Motoristas enfrentam filas atrás de caminhões por quilômetros, sem áreas seguras de ultrapassagem. O risco não nasce apenas do excesso de velocidade, mas da própria falta de infraestrutura.

Instalar radares em uma estrada estruturalmente limitada pode acabar transferindo ao motorista a responsabilidade por um problema que também é de engenharia pública.

O usuário percebe algo simples: o governo chega primeiro com o equipamento que multa, e demora com o equipamento que resolve.

Terceiras pistas, acostamentos adequados e melhorias geométricas salvam vidas de forma permanente. Radares, sozinhos, apenas administram o risco existente.

A sensação que fica para quem roda diariamente é direta: há eficiência para arrecadar, mas lentidão para investir.

E enquanto a BR-282 segue esperando obras estruturantes, o motorista continua pagando, em impostos, em multas e, muitas vezes, em tempo perdido e insegurança.

Lideranças pedem urgência no avanço dos projetos da BR-282

A CDL Lages reuniu, nesta segunda-feira (24), lideranças municipais, estaduais e federais para dar sequência ao debate sobre os projetos do DNIT voltados à duplicação, readequação e aumento de capacidade da BR-282, uma das obras mais esperadas e estratégicas para o futuro da Serra Catarinense.

A apresentação do Ministério Público Federal voltou a detalhar os lotes do edital, com atenção especial aos Lotes 7 e 8, que atravessam o perímetro urbano de Lages, e ao Lote 9, responsável pela interseção BR-282 x BR-116, considerado um dos gargalos mais críticos de toda a região.

Diversos trechos foram apontados como prioritários: acessos industriais, trevos urbanos, aeroporto, polos empresariais e ligações para cidades vizinhas, todos com impacto direto na segurança, na fluidez do trânsito e na competitividade econômica. Uma reunião técnica exclusiva para tratar da interseção BR-282/BR-116 está marcada para 1º de dezembro, na ACIL.

A importância do avanço dos projetos

A BR-282 é o principal corredor de integração do Oeste ao litoral e a espinha dorsal da economia serrana. A lentidão nos projetos e nas obras afeta diariamente milhares de motoristas, encarece o transporte de cargas, limita a expansão das indústrias e compromete a atração de novos investimentos. Cada etapa vencida nos estudos, licenças e definições técnicas representa menos risco na rodovia, mais segurança para a população e mais eficiência logística para a região.

Por isso, lideranças locais reforçaram a necessidade de acelerar decisões e garantir que os projetos avancem sem retrocessos. “Precisamos transformar anos de espera em resultados concretos”, destacou o presidente da CDL, Célio Bueno. A prefeita Carmen Zanotto enfatizou que a demora tem custo humano e econômico, e o superintendente do DNIT-SC, Amauri Souza Lima, garantiu continuidade no diálogo e no trabalho técnico.

A Serra Catarinense espera há décadas por essas intervenções, e cada reunião como a desta segunda-feira é mais um passo decisivo para tirar do papel obras que vão redefinir a mobilidade, fortalecer a economia e elevar o padrão de segurança da BR-282.

Fonte: Assessoria de Comunicação CDL Lages – Nathalia Goulart Melo

Afinal, em que pé está o projeto das terceiras pistas da BR 282?

No entanto, a crítica central em relação ao projeto das terceiras pistas na BR-282, entre Lages e Florianópolis, é a falta constante de transparência e de informações claras e periódicas para as comunidades diretamente afetadas e interessadas.

Pela importância do projeto, faltam informações atualizadas na condução do processo. Trechos no Oeste do Estado tiveram restaurações com inclusão de terceiras pistas. Foto: divulgação DNIT

Embora o DNIT tenha avançado nas etapas de estudos e projetos, a disponibilização pública de informações planejadas, o acompanhamento de prazos e impactos ainda é insuficiente, gerando uma sensação de desamparo e insegurança entre os moradores e usuários da rodovia.

Para uma obra de tanta relevância logística e socioeconômica como a BR-282, é fundamental que o DNIT aumente o esforço de diálogo, transparência e prestação de contas, realize audiências públicas ocasionais, divulgando cronogramas atualizados e promovendo canais acessíveis para questionamentos da população.

Essa postura não só legitima o processo, mas também garante maior segurança e envolvimento das comunidades, além de minimizar a frustração e os impactos negativos decorrentes da demora nas informações. Nesse caso, há também a ausência de fiscalização mais constante da classe política.

Pelo que se sabe

O Blog foi atrás e descobriu que a situação do projeto das terceiras pistas na BR-282, no trecho entre Lages e Florianópolis, sob responsabilidade do DNIT, está avançando na etapa de elaboração de estudos e projetos. O DNIT assinou a ordem de início dos serviços para criar os estudos e projetos para a implantação dessas terceiras pistas no trecho entre Águas Mornas e Alfredo Wagner, totalizando 80 km e um investimento de R$ 2,1 milhões.

A empresa contratada terá 15 meses para concluir esses estudos, com previsão de finalização para antes de fevereiro de 2026. Também está previsto que as obras sejam licitadas no primeiro semestre de 2026.

Além das terceiras pistas, outras intervenções e projetos relacionados à duplicação e melhorias de segurança na BR-282 estão em andamento ou planejamento, destacando a importância da rodovia para o estado e a pressão regional para que as obras avancem rapidamente.

Lucas Neves conversa com DNIT sobre as prioridades da BR-282

O deputado estadual Lucas Neves (Podemos) se reuniu com o novo superintendente do DNIT em SC, Amauri Lima, para reforçar a prioridade da BR-282, defendendo a implantação urgente de terceiras faixas, melhorias de manutenção e sinalização entre a Grande Florianópolis e a Serra Catarinense.

Também tratou da construção de um viaduto no entroncamento com a Avenida das Torres, em Lages, devido aos congestionamentos, e convidou o superintendente para visitar a região e dialogar com o Fórum das Entidades.

Neves ainda discutiu a federalização da BR-438 (“Caminhos da Neve”) como forma de ampliar investimentos e fortalecer o turismo, afirmando que a infraestrutura é essencial para elevar o IDH regional.

Em suma, torna-se importante manter a BR-282 no centro do debate público. É crucial não só para garantir que o tema avance na agenda do DNIT, mas também para pressionar por prazos e entregas concretas.

A rodovia é o principal eixo de ligação da Serra Catarinense ao litoral, vital para o escoamento da produção, o turismo e a integração econômica. Sem melhorias significativas, a região continuará enfrentando gargalos logísticos que limitam seu desenvolvimento.

Já a inclusão da federalização da “Caminhos da Neve” amplia o alcance da pauta, mas o desafio será transformar esses pedidos em obras efetivas, evitando que fiquem apenas no campo das promessas.

Rota Caminhos da Neve: o gargalo está no lado gaúcho

A audiência pública sobre o futuro da Rota Caminhos da Neve (BR 438), realizada na tarde desta última sexta-feira (21), em São Joaquim, evidenciou os avanços do lado catarinense, e a confirmação de que o Governo do Estado irá complementar o trecho de pouco mais de 10 km até a divisa com o Rio Grande do Sul. O Estado também investiu sozinho na construção da Ponta das Goiabeiras, sobre o Rio Pelotas.

O grande gargalo está na indefinição quanto à federalização da Rodovia. As maiores dificuldades estão no lado gaúcho, com a situação praticamente estacionada, quase sem mobilização por parte das principais autoridades do Rio Grande do Sul. É como se Bom Jesus e arredores nada significassem para os gestores e as demais representações políticas.

A luta do Grupo BR 43 tem sido praticamente isolada. A comunidade gaúcha, há quase 40 anos tem buscado sensibilizar os governos estadual e federal, para implementação asfáltica da Rota Caminhos da Neve, para dar novo impulso ao desenvolvimento econômico da região, de forma integrada com Santa Catarina, traçando um novo percurso entre Florianópolis (SC) e Gramado (RS).

Presenças

Por mais que o interesse seja maior de parte da comunidade de Bom Jesus, no lado gaúcho, a representatividade do Estado, na audiência, foi pífia.

Prefeito de Gramado, Nestor Tissot

Contou com apenas com a presença do prefeito de Gramado, Nestor Tissot e do representante da Superintendência do DNIT, Daniel Benk. Além de alguns vereadores e lideranças de Bom Jesus. O prefeito da cidade, Frederico Becker, principal interessado, sequer justificou a ausência.

Pelo lado dos catarinenses, expressiva força política, com participação dos prefeitos de São Joaquim, Lages, Bom Jardim da Serra, Urubici e de Florianópolis. Dos deputados federais Daniela Reinher e do Coronel Armando, dos estaduais Marcius Machado e Volnei Weber, entre inúmeras classes empresariais representativas da região.

Esforço conjunto

Novamente a representatividade catarinense, por mais que esteja avançada com relação à pavimentação e com a certeza da conclusão, evidenciou a falta de tenacidade no lado gaúcho. Porém, irá atuar em conjunto para que haja avanço, e que o projeto possa avançar.

Na audiência, a importante participação do diretor executivo nacional, Carlos Barros, representando o ministro dos Transportes, Renan Filho. Tecnicamente, apontou os principais problemas e as possíveis soluções.

Destaque também para a presença do diretor institucional da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), Edinho Bez, representando os cerca de 330 deputados e senadores. Aliás, na audiência, lá estiveram também representantes de deputados e senadores, demonstrando a valorização pela causa.

A partir de agora, há expectativa de que a partir da Ata da audiência, as resoluções ganhem objetividade. Em suma, o evento chamou atenção especial, pela falta de engajamento da classe política do Rio Grande do Sul, especialmente, de parte do Governo.

Houve até quem sugeriu em tom de brincadeira, de que Bom Jesus estaria disposto a ser anexado à Santa Catarina, tamanha a sensação de abandono.

A audiência foi organizada pelo do Grupo BR 438, sob a coordenação de Jaziel Aguiar Pereira, com ampla participação do comendador Wirto Schaeffer e do jornalista Artur Hugen.

Fotos: Paulo Chagas

BR 282 foi pauta de Plenária da Facisc Regional Serra

As discussões sobre o futuro da BR 282, uma das principais vias federais que corta Santa Catarina, voltara ser pauta na Associação Empresarial de Lages (ACILO, durante reunião Plenária Regional Serra da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC).

A reunião, realizada na segunda-feira (12), conduzida pelo vice-presidente Regional Serra da Facisc, Antonio Carlos Floriani, contou com a presença de representantes das associações empresariais de Lages, Correia Pinto, São Joaquim, Urubici e Bom Retiro. A preocupação segue a mesma, ou seja, o que será feito no trecho entre Lages e Florianópolis.

Exposição do superintendente regional do DNIT

Presente na reunião, o superintendente Regional do DNIT em Santa Catarina, Alysson Rodrigo de Andrade, relatou aos empresários investimentos de mais de R$ 502 milhões nas rodovias de Santa Catarina. As obras incluem manutenção e construção de rodovias e a realização de obras emergenciais para sanar os problemas causados pelas chuvas e deslizamentos.

Sobre a BR 282, Andrade informou que o Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTEA) do trecho compreendido entre Florianópolis e o entroncamento com a BR 116 (223,1 km) está concluído. A contratação da empresa para realizar os projetos está prevista para novembro de 2024, com entrega do projeto básico em novembro de 2025 e do projeto executivo em novembro de 2026.

Marginais e rotatória

Também relatou aos empresários alguns projetos específicos, como a construção das marginais e rotatória em Palhoça, visando melhorar o tráfego local, está pronto. “40% do trânsito em Palhoça é de pessoas que querem circular dentro de Palhoça, ao fazer as marginais e rotatória vai desafogar o trânsito na rodovia”, explicou.

O projeto do contorno de Santo Amaro da Imperatriz para desviar o tráfego pesado do centro da cidade, são 7 km com uma estimativa de custos em torno de R$ 400 milhões. Enfim, quem sabe dentro de mais alguns anos a população catarinense possa usufruir desses projetos, caso saiam efetivamente do papel.

Informações e fotos: Sheila Rosa

Fórum Parlamentar Catarinense atento às demandas da Serra

Ao todo 16 deputados federais e três senadores compõem o Fórum Parlamentar Catarinense.

Na reunião descentralizada, em Lages, na manhã desta sexta-feira (7), na Câmara de Vereadores, estiveram presentes apenas quatro em atividade: o coordenador Valdir Cobalchini, Geovania de Sá, que ocupa a vaga de Carmen Zanotto, e que, inclusive, se fez presente, além de Jorge Goethen, Ismael dos Santos, e o senador Esperidião Amin. Lucas Neves, o único estadual a fazer parte da Mesa e também de estar presente na sessão.

Presidente do Fórum Parlamentar Catarinense – deputado federal Valdir Cobalchini

Investimentos em rodovias

O diretor do DNIT, em Santa Catarina, engenheiro Alysson Rodrigo de Andrade, foi o primeiro a apresentar as ações do órgão. No geral, muito boas.

Afirmou que o DNIT irá investir muito forte na área de projetos e elencou oito importantes ações em curso. Entre eles, o das marginais em Palhoça; a curto prazo, as terceiras pistas na BR 282, entre Lages e Palhoça, cujo edital aberto em março passado segue em fase de habilitação das empresas. Também em estudo a viabilidade de duplicação da rodovia, e ainda o contorno viário de Santo Amaro da Imperatriz.

O engenheiro também fez referência à Rota Caminhos da Neve, em fase de federalização, e o órgão também já atua na projeção de contemplar a rodovia, ampliando as rotas turísticas que interligam as serras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Demais entidades também se pronunciaram

Amures, Associação Empresarial de Lages (Acil), e o Sindicato Rural tiveram demandas afins, em especial pela necessidade de também contemplar os produtores rurais da Região Serrana, também duramente castigados pelas chuvas e perdas de mais de 50% das lavouras. Pedem socorro, para que seja feito um amparo federal aos moldes do editado no Rio Grande do Sul, em função das cheias, no tocante ao atendimento aos produtores agrícolas.

Auditório da Câmara de Vereadores esteve lotado, no acompanhamento das deliberações

As entidades também bateram forte a intervenção do Ibama na Serra, criando situações complexas e embargando a produção em inúmeras propriedades, sem a observação do Código Ambiental de Santa Catarina. Segundo apontam, são ações arbitrárias e que precisam ser resolvidas, sob o risco de inviabilizar atividades produtivas, especialmente na Coxilha Rica.

A duplicação ou as terceiras pistas, bem como, a agilidade na construção de um elevado na BR 282, junto ao Shopping, também foram assuntos. O Prefeito Antonio Ceron ressaltou que a Prefeitura está finalizando o projeto.

Participaram também representantes de Associações de Municípios do Meio Oeste. Inúmeros prefeitos e vereadores dessas regiões se fizeram presentes.

Pronunciamento do presidente da Associação e Sindicato Rural – Márcio Pamplona

Curso de Medicina da Unifacvest

A concretização do Curso de Medicina da Unifacvest também entrou na pauta. O assunto foi amplamente referendado na reunião pelos deputados Ismael dos Santos e Lucas Neves. A informação é de que na próxima semana já existe uma agenda com o ministro da Educação, Camilo Santana, e o assunto está na pauta.

Segundo o deputado Valdir Cobalchini, a portaria que autoriza a efetivação do Curso de Medicina em Lages, já está na mesa da Pasta, bastando ser assinada. Será, portanto, feita a cobrança junto ao Ministério.

Gestores da Unifacvest acompanharam a reunião

A Unifacvest investiu forte na estrutura do Curso, transformando o local de ensino num verdadeiro laboratório hospitalar, com o que há de mais moderno.

A partir da próxima semana, será importante estar atento à movimentação dos deputados catarinenses em torno do projeto da instituição lageana, junto ao Ministério, que depende apenas de um ato político.

De parte dos representantes do Fórum, as responsabilidades dos encaminhamentos das demandas, em Brasília, foram assumidas.