Por volta das 11 horas da manhã desta terça-feira (29), o ex-governador Raimundo Colombo, na condição de convidado, começou sua fala na CPI da Ponte Hercílio Luz. Inicialmente, teve cerca de 10 minutos para fazer um relato sobre como o processo da obra se deu.

A Comissão Parlamentar de Inquérito, obviamente, quer saber se houve ou não irregularidades no empreendimento que já teve até então cerca de R$ 1 bilhão de investimentos. Por cerca de uma hora, Raimundo respondeu às perguntas do relator.
Cuidado jurídico
Raimundo ressaltou que foi tomado todo o cuidado jurídico para ocasionar um rompimento unilateral. A referência feita se deve ao fim do contrato com uma empresa e a contratação de outra, no caso a American Bridge, para tocar a obra até o fim.
Prioridade e coragem
Salientou que havia obras por todo o Estado, e decidir pela ponte como prioridade precisava ter coragem. A opinião pública era dividida em partes iguais. Mas que acabou se tornando prioridade para a mobilidade de Florianópolis.
Sucintamente respondeu a todas as perguntas consideradas técnicas, e as que estavam ao seu alcance. Ele, como convidado, poderia optar em não comparecer.
Veto ao convite
Curiosamente, em meio à sabatina fez referência a um telefonema dirigido a ele, comunicando de que havia um veto que proibia a presença dele na inauguração do Aeroporto de Florianópolis. A respeito disso, afirmou que é uma situação dispensável e uma atitude política como essa, enoja.
Por fim, inúmeras vezes reiterou de que se não tivesse tomado a atitude de revitalizar a ponte, hoje ela não estaria perto da inauguração.
Foto: reprodução facebook




Em nota da assessoria, o ex-governador Raimundo Colombo demonstra tranquilidade e agradece o convite feito pelos deputados que integram a CPI sobre a Ponte Hercílio Luz. Para tanto, confirma a sua presença no dia 29 de outubro, às 11 horas.