A incontestável vitória de Grêmio sobre o Lanus, da Argentina, e a conquista do título da Libertadores da América, fez com que os torcedores retumbassem na cidade, os estouros das bombas ou foguetes, mais uma vez.
Isso que dizer que a dita lei criada para proteger os ouvidos de animais, crianças e idosos, jamais será cumprida, e nada proíbe, enquanto não haver fiscalização para coibir, ou pelo menos haja consciência e respeito de parte das pessoas.
Não há cultura suficiente em Lages, ou em qualquer lugar do Brasil, que faça com que as pessoas cumpram o que determina a tal lei. E isso, não é somente de parte de uma única torcida. Irá acontecer entre todas, assim como já ocorreu na conquista do Brasileiro, pelo Corinthians, recentemente, ou ainda por qual seja a razão para comemorar.
Porém, precisamente em Lages, o tema merece uma rediscussão, para quem sabe, extinguir a lei, ou exigir que definitivamente que ela seja exercida, com rigor.




Conversei o com o vereador Bruno Hartmann (PSDB), sobre a Lei 006/2017 que proíbe a queima, soltura e a utilização de fogos de artifícios, rojões, artefatos pirotécnicos e explosivos de qualquer natureza que contenham estampido nas áreas públicas.
Em postagem pouco mais abaixo, falei de uma lei que proíbe os fogos de artifícios na cidade de Campinas, em São Paulo.