Lages agora tem lei de remoção de carros abandonados na rua

Chegou-se a um consenso através de Lei, para que os veículos abandonados, ou estacionados de forma quase permanente nas ruas possam ser retirados. O tempo de abandono do veículo será contado a partir da constatação da autoridade de trânsito ou de denúncia do cidadão junto à Diretoria de Trânsito (Diretran)

A lei foi sancionada pelo prefeito Antonio Ceron no dia 11 de dezembro (Lei Municipal nº: 4.387) e dispõe sobre a remoção de veículos abandonados nas vias e logradouros públicos do município de Lages.

A aprovação pela Câmara de Vereadores com posterior sanção pelo prefeito Antonio Ceron garante a proibição do abandono de veículo automotor, elétrico, reboque, semirreboque ou de tração animal, em logradouros públicos de Lages. Portanto, eis uma boa providência.

Mas antes

Nos casos em que ficar constatado o abandono, o veículo será identificado, e o proprietário, comprador, possuidor ou depositário, será notificado pelo agente de trânsito municipal ou outro agente fiscalizador do Município, para que retire o veículo objeto do abandono, do logradouro público no prazo de cinco dias, sob pena de remoção com guincho.

O documento da notificação será entregue ao responsável e este, não sendo localizado, será fixado no próprio veículo e publicado no órgão oficial do município de Lages. Caso contrário será multado e o veículo será recolhido. Caso não haja reclamação, em 60 dias serão levados a leilão.

Foto:ilustrativa

Brasil passa vergonha com abandono do Maracanã

Um dos maiores e mais belos estádios do mundo, que fora totalmente remodelado e modernizado para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016, o Maracanã está “abandonado”. As obras custaram R$ 1,3 bilhão aos cofres públicos.

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Conforme reportagem do jornal  “O Globo” o estádio é só degradação, com muita sujeira, falta de luz, gramado sem manutenção e restos de material da Olimpíadas.

A cidade do Rio de Janeiro, para a passagem do ano, recebeu 830 mil turistas. Aí, o segundo cartão postal mais visitado da cidade está abandonado.

Difícil entender como a irresponsabilidade dos administradores chegou a esse ponto, e justamente quando a bola deve rolar pelos estaduais.

(Foto: Globo Esporte)

Como entender a maldade humana?

O secretário de Meio Ambiente de Lages, Mushue Hampel, fez um desabafo diante do que viu, ou seja, do abandono de cavalos em um lugar ermo, deixados para morrer depois de muito tempo servirem seus donos.

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Uma crueldade sem limites. São vários os casos registrados de pessoas que fazem isso, e abandonam seus cavalos para que morram aos poucos. São registros chocantes da crueldade.

Como bem disse o Hampel, os deixam para que morram de fome, sede e apodrecendo em vida.

Ainda segundo ele, em menos de 24 horas foram descobertos quatro casos de abandono, e até mesmo as pessoas que estão já acostumadas a recolher estes animais, se compadecem cada vez mais, e não entendem como a maldade humana chega a esse ponto.

O Secretário foi testemunha de um dos casos nesta última terça-feira (9), e com ele, também parabenizo os funcionários da Sec. de Meio Ambiente de Lages e ao Diego Gasparin da Defesa Civil pela dedicação em reverter esse quadro tão desolador.

Quando o descaso é evidente

O repórter J. Damasceno, da Rádio Guri, sempre atento às questões de interesse da comunidade, conseguiu acesso e registrou o estado em que se encontra o velho casarão histórico, localizado na Rua Coronel Córdovova, esquina com a Benjamin Costant.

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As fotos dizem tudo o que é preciso. Há anos o prédio está abandonado sem que ninguém tome providências. A não ser que algo pior aconteça.

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Como se vê, está tudo caindo, forro, telhado e paredes. Escoras improvisadas seguram parte da estrutura.

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A impressão que se tem, é de que ninguém está preocupado com a situação do velho prédio, que, apesar de pertencer ao patrimônio histórico, nada é feito para recuperá-lo.

Talvez seja porque em Lages não existe nenhuma autoridade competente para que algo seja feito, neste caso.

lixo

No início da semana, Damasceno mostrou também o acúmulo de lixo, em grandes proporções em plena Humberto de Campos. Um verdadeiro depósito. Sem falar do perigo da proliferação do mosquito da dengue. Coisas.

(Fotos: J. Damasceno)