De outra fonte recebo a informação de que a reunião entre lideranças políticas e empresariais de Lages e de Rio do Sul, na última quinta-feira (10), em Florianópolis, para tratar da operacionalização do Aeroporto em Correia Pinto.
Creio que o que foi dito é preciso dar crédito. Embora, a cautela recomente esperar para ver.
No entanto, um compromisso foi assumido pelo secretário de Estado de Infraestrutura (SIE), João Carlos Ecker, nesta em reunião, a partir da pressão das lideranças presentes, foi o de os voos iniciam em 2016 no Aeroporto Regional do Planalto Serrano.
E mais, de que até dezembro agora, todas as obras físicas do local, estarão concluídas.
A construção do Aeroporto se arrasta há 18. Segundo o presidente da ACIl, Luiz Spuldaro, há dois anos houve uma reunião com o governador, e ele disse que em seis meses o aeroporto estaria pronto. E até agora nada.
Bem diante de várias exposições, ainda são necessários a instalação da rede lógica, de telefonia, de um gerador de subestação, além de móveis e outros equipamentos no Terminal de Passageiros, e para isto os recursos para estas intervenções só estarão disponíveis para o orçamento de 2016.
Acesso
A indignação dos empresários se dá também em função das obras no acesso ao aeroporto. Elas estão praticamente paradas em função do atraso nos repasses de recursos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), no valor aproximado de R$ 1,9 milhão.
Outro convênio (R$ 1,2 milhão) está emperrado na Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC) e é fundamental para a instalação dos instrumentos de auxílio à navegação, necessários para a homologação posterior para voos por instrumentos.
Em Brasília
Para superar estes obstáculos, uma audiência deve ser agendada ainda neste mês em Brasília com o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha.
Na oportunidade a comitiva deve reivindicar ainda a compra do caminhão AP-2 de combate a incêndio, cujo investimento pode chegar a R$ 1,8 milhão.
Eu finalizo esperando que realmente tudo isso aconteça. Não dá mais para esperar.
Crédito: Juliete Tambosi/ACIRS





























