
O tema requer amplo debate. Parlamentares catarinenses se desdobram para chamar atenção sobre os efeitos da tese do Marco Temporal. Os reflexos do que pode causar no Estado, a partir de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), serão debatidos em audiência pública nesta segunda-feira (15), a partir das 16 horas, na Assembleia Legislativa. A iniciativa é do deputado Mauro de Nadal (MDB).
O pior de tudo é que o STF irá levar a julgamento uma questão consolidada. Trata-se de algo já promulgado na Constituição Federal de 1988. Porém, poderá alterar e redefinir a data de ocupação tradicional das terras por indígenas. A nova legislação traria mudanças territoriais em municípios de diversas regiões do estado, principalmente em áreas agrícolas.
Por mais complexa que seja a situação, o debate nos Estados pode ajudar na questão, e quem sabe, o STF mantenha tudo como está, deixando o que consta na Constituição, a definição de terras indígenas ocupadas até 1988.
Dessa audiência, sairá uma carta a ser entregue ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados e aos próprios ministros do STF. Porém, o pedido é para que haja reação dos municípios, através dos prefeitos, vereadores, inclusive, das lideranças do agronegócio.








Nesta quinta-feira (28) Lages terá uma audiência pública, às 14h, na Câmara de Vereadores, visando tratar sobre a preparação da legislação municipal para receber o sinal da rede 5G. Segundo a Anatel, o município receberá o sinal até meados de 2027.
Compuseram a mesa de autoridades: deputada federal Carol De Toni (PSL); deputados estaduais Ana Campagnolo (PSL), Felipe Estevão (PSL) e Kennedy Nunes (PTB); vereador da cidade de Lontras/SC, Valdemar Rabuja (Progressistas); Caio Salvino, doutor em saúde pública; médica dermatologista, Simone Ramos; Dra. Maria Emília Gadelha (de forma remota), especialista em perícia médica; Jonata Mathias Mendes, advogado; e o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL-Lages), Zulmiro Klann.