No Rio de Janeiro, capital fluminense, o candidato Jair Bolsonaro (PL) foi à sua zona eleitoral, a Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Praça Marechal Hermes, por volta das 8 horas, assim que as urnas foram abertas.
O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro vota na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, no Rio de Janeiro / Foto: Tomaz Silva – Agência Brasil
Depois de votar, Bolsonaro deu uma rápida declaração aos apoiadores, se dizendo confiante da vitória. Após votar, o candidato Bolsonaro foi para o aeroporto do Galeão, receber os jogadores do Flamengo, que trazem, para o Brasil, o título de campeão da Libertadores.
Quem também votou cedo foi o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, em São Paulo. Ele retorna para Brasília, no fim da manhã.
Lula votou em São Bernardo do Campo
O candidato do PT à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva votou, nesta manhã, na Escola Estadual Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP). Após votar, Lula disse ter convicção da vitória.
O candidato a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, vota na escola Escola Estadual Doutor João Firmino Corrêa de Araújo, em São Bernardo do Campo. Foto: Rovena Rosa – Agência Brasil
“Estou convencido que o povo brasileiro vai votar no projeto em que a democracia seja vencedora. Em um projeto que a participação popular na definição das políticas públicas seja vencedor”, disse.
Para Lula, os eleitores também vão levar em consideração as soluções propostas para a miséria e a fome no país.
O palco escolhido é também a cidade de Joinville. O mesmo em que esteve o adversário político Jair Bolsonaro (PL), na véspera do primeiro turno, dia 1º de outubro, onde participou de motociata. Agora, o maior polo eleitoral de Santa Catarina irá receber a visita do petista na quarta-feira (19), data confirmada neste último sábado (15). Logicamente, na companhia de Décio Lima, na tentativa de impulsionar as duas candidaturas no Estado.
Pelo que se sabe, desta vez, não haverá comício em cercado. Será diferente do que se viu em Florianópolis, no dia 18 de setembro. A ideia é desfilar pelas ruas de Joinville sobre um trio elétrico. Ainda não se sabe o roteiro. Os detalhes devem ser definidos já nesta segunda-feira (17). Confirmada também a presença do vice, Geraldo Alkmin, e possivelmente Simone Tebet (MDB). Aliás, o Partido de Tebet, no Estado, ou parte dele, já tem hipotecado apoio a Jair Bolsonaro.
A título de informação
Foi na cidade de Joinville que o candidato à reeleição a presidente, Jair Bolsonaro alcançou novamente a maior votação proporcional, entre as cidades de maior porte do País, no dia dois de outubro (68,98%). Também o registro do maior percentual do Partido Liberal (PL) entre as 52 cidades com mais de 300 mil eleitores.
Bolsonaro, em 2018 também liderou a votação em Joinville, entre os grandes municípios. É com este cenário político que Luiz Inácio Lula da Silva e Décio Lima, vão passar pelas ruas da cidade em cima de um trio elétrico, na tentativa de reverter o favoritismo dos liberais.
Em vídeo, e ao lado do senador eleito, Jorge Seif (PL), o Presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro confirmou que retornará à Santa Catarina, na próxima terça-feira (11), véspera de feriado de Nossa Senhora Aparecida. O encontro será em Balneário Camboriú, às 10h, no Hotel Sibara Flat & Convenções, num evento denominado “Prefeitos com Bolsonaro em Santa Catarina”. Além do convite aos prefeitos apoiadores de Bolsonaro deverão estar presentes também os deputados eleitos, entre outras lideranças.
A ideia da reunião política é traçar as estratégias no Estado, para o segundo turno. Ao confirmar nova visita em território catarinense, Bolsonaro agradeceu aos catarinenses pela expressiva votação no primeiro turno, e ressaltou a importância desse encontro na semana que vem, para fortalecer a campanha dele à reeleição.
Os atos de 7 de Setembro se tornaram numa das maiores manifestações já vistas em prol da defesa da liberdade e da democracia. Foi também, obviamente, um grande manifesto político. Resta saber qual o impacto do registro de milhões de pessoas que foram às ruas por todo o Brasil, em especial em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
Momento cívico-militar do 7 de Setembro, que este ano comemorou o Bicentenário (200 anos) da Independência do Brasil.
Em Santa Catarina, as ruas também foram tomadas nos mais diversos municípios. Tudo de forma bonita e ordeira. Tanta gente assim no Dia da Independência, dificilmente haverá como desconstruir a imagem do que se viu. Quem foi às ruas esteve munido do propósito de se manifestar sobre o que quer para o país no futuro.
O verde e amarelo refletiu o patriotismo que emana em meio ao povo. Imagem em que se constata a verdadeira pesquisa, e desconstrói narrativas que não existem no senário político real. O povo mais uma vez deu seu recado na defesa da liberdade e da Constituição.
A expectativa em torno de um embate acalorado entre Lula e Bolsonaro foi substituída pela aparição dos tidos como terceira via, no debate realizado pela Band TV, na noite deste domingo (28). Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (MDB) tiveram boa notoriedade, medida, a partir da exposição das suas ideias, muito embora tenham utilizado argumentações, em que nem tudo refletiam a realidade.
Da parte do presidente e candidato à reeleição, ele não conseguiu transmitir claramente as ações do governo. Jair Bolsonaro estava visivelmente incomodado, e partiu para o ataque logo na primeira oportunidade, levantando o escândalo da Petrobras. Coube a ele o primeiro questionamento, curiosamente, dirigido ao ex-presidente Lula, que, aliás, também não criou nenhum fato novo. O petista até tentou criar uma nova imagem sob a perspectiva de um novo governo, caso seja eleito.
Enfim, atenção mesmo aos propensos candidatos à terceira via, com destaque, repito, à Simone Tebet e Ciro Gomes.
Consideração ao debate
Por terem ficado abaixo da expectativa, os dois maiores protagonistas destas eleições, Lula e Bolsonaro, cria-se assim uma margem para o crescimento dos nomes em paralelo. Resumidamente, um debate frio, com ataques, insultos e promessas mirabolantes. Difícil mesmo foi saber quem estava falando a verdade. Mas, um debate dessa importância, não pode ser desconsiderado.
Observe-se também, a participação das mulheres. Enfim, deve ser ressaltado o fato de que no debate estavam os candidatos à Presidência do Brasil. Caberá a um deles estar à frente dos destinos do país. Imagino, que a partir do que se viu, o eleitor, deve ter ficado sob duas situações: convicto ou decidido a mudar o voto. Mas, é cedo ainda. Outros capítulos em meio à campanha irão ser apresentados.
Propaganda eleitoral ajuda, mas não é tudo para os candidatos. Foi-se o tempo em que os candidatos apostavam tudo nas propagandas eleitorais gratuitas veiculadas no rádio e na televisão. Obviamente ajudam. Considero oportunas, inclusive. Há quem prefira ver e avaliar as propostas e depois decidir o rumo da escolha. Isso vale especialmente para os candidatos ao Governo e ao Senado. Na faixa do parlamento, o eleitor costuma ter uma definição antecipada, pois, os candidatos circulam mais e até andam próximos, aparentemente. Na televisão, no trato visual e contextualizado, o eleitor se situa melhor. Essa observação se reserva mais diretamente a quem ainda não se definiu. Concluo, esta curta narrativa, reafirmando a importância dos programas no julgamento dos mais indecisos.
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Programas mesclados, diferentes
Ao conferir o primeiro programa dos catarinenses, ontem, confesso que gostei do formato. Deixou de ser editado em quadros completos de cada coligação. Os quadros iam e voltavam, com alternância das coligações, o que deixou mais leve todo o tempo disponibilizado às produções. Por sua vez, os marqueteiros também capricharam. Todos os candidatos com bom visual, e alguns, com mais tempo, aproveitaram para deixar no ar um tom reflexivo, visto, por exemplo, no programa de Décio Lima (PT).
Ao Senado
Tive o cuidado de observar o que apresentaram os principais candidatos ao Senado.
Dário Berger (PSB) – Dário Berger, está no final de oito anos no cargo de senador. Para tentar a permanência e ser reeleito, relembrou o passado como ex-prefeito de São José e Florianópolis, e a soma de realizações na época. Fechou com uma imagem ao lado do candidato a presidente, Lula;
Celso Maldaner (MDB) – Associou a imagem do falecido irmão, Casildo, nas lutas políticas que ele teve ao lado de líderes como Ulisses Guimarães. Comovente até a mensagem de Casildo, em vídeo, deixada a Celso, pedindo a ele a continuidade da luta política;
Jorge Seif (PL) – Aproveitou o tempo sendo apresentado pelo próprio presidente e candidato à reeleição. Foi a mensagem que deixou. Provou que é o nome preferencial de Jair Bolsonaro, em Santa Catarina;
Raimundo Colombo (PSD) – Foi quem teve a maior produção, com uma narrativa e imagens do que acontece no Senado. Um ambiente que ele conhece, pois, já esteve lá uma vez. Quer voltar carregando a vontade de defender os interesses dos catarinenses, ancorado pela história política e a experiência, também de governabilidade;
Kennedy Nunes (PTB) – Começou, como bem disse, no papo reto. Quer proximidade com o eleitor. Pediu para que enviem perguntas, para que ele possa ir se apresentando. Aposta na coragem prometendo, caso eleito, restabelecer a ordem. Quem acompanha o que acontece no Brasil deve ter entendido o recado do candidato;
Hilda Deola (PDT) – Apresentou-se bem. Ressaltou ser ela a única mulher a disputar a vaga ao Senado. Não teve tempo para dizer mais nada.
Candidatos a deputado estadual
A apresentação dos candidatos a deputado ou deputada estadual é a mais simplória. Com pouquíssimo tempo, mal conseguem se apresentar, e falar rapidamente a proposição como candidato. Alguns, com boa expressão, outros nem tanto. Há também gente experiente na política, como é caso de alguns que foram prefeitos. No final, o pedido de voto ao candidato a Governador. Faz parte da regra.
Candidatos ao Governo
Jorginho Mello (PL) foi o primeiro deles. De cara chamou a responsabilidade para o campo da saúde, prometendo zerar a fila de espera de exames e cirurgias eletivas. Também tirou proveito de uma fala de Bolsonaro ao lado dele, declarando apoio.
Gean Loureiro (UB), preferiu estimular a força da família, e dar ênfase à formação. Justificou a razão de ter a voz rouca. Foi devido a um acidente que quase lhe tirou a voz. Lembrou de outro, que quase lhe tirou a vida. Politicamente lembrou a trajetória de vereador, deputado estadual e federal, e por duas vezes prefeito de Florianópolis.
Jorge Boeira (PDT) – Filosofou na primeira aparição retratando o estado como sendo a “Mãe Catarina”. Lembrou a capacidade que possui em gestão pública. Teve pouco tempo. E, menos tempo ainda teve Odair Tramontin (Novo), que apenas afirmou que não vai utilizar recursos do Fundão para custear a campanha.
Carlos Moisés (Republicanos) com um tempo maior, conseguiu se apresentar, falar de propósitos, coragem e honestidade. Quer continuar sendo governador para seguir no jeito de bem governar. Citou ações como a vernda de aviões para pagar dívidas do Estado; investimentos em saúde, salário de professores. Toda narrativa teve cenas dele no convívio familiar.
O candidato do PT, Décio Lima, abriu o programa com a aparição do candidato a presidente, Lula, intercedendo por ele, sugerindo que se eleito vai construir Santa Catarina com alegria. Por sua vez, o petista ressaltou que com a ajuda do seu presidente vai oportunizar mais igualdade. Foi, se não me engano, o único que abriu espaço para a vice, Bia Vargas poder suscitar algumas palavras.
Esperidião Amin (PP) dispensou as grandes produções. Disse que fará seus programas olho no olho. Quer mostrar que sabe fazer com simplicidade. Mostrou uma de suas obras no passado de governo, a Serra Dona Francisca. Disse que está abandonada, e quer devolver aos catarinenses como ela era quando feita. Falou em apontar os problemas e encontrar as soluções.
O último na série inicial a falar foi Ralf Zimmer (Pros). Teve tempo suficiente apenas para dizer que pretende construir ferrovias de Leste a Oeste no Estado.
Resumindo
Preferi contextualizar basicamente sobre, especialmente os candidatos ao Senado e ao Governo do Estado, para dar a entender a você eleitor, a importância de estar atento às propostas de cada um dos candidatos. Assim, a clareza diante das exposições poderá servir de endereçamento ao nome que realmente poderá ser o melhor representante. Não vou aqui, fazer nenhuma analogia sobre quem se saiu melhor ou pior. Esta primeira aparição dos candidatos foi apenas um cartão de visita. O caldo grosso dos programas eleitorais ainda está por vir.
Ontem (23) foi dia de o candidato a deputado estadual e conservador Jonata Mendes, concedeu entrevista ao radialista Renan Amarante do programa O JOGO, transmitido pela Rádio RC7 em Lages.
Jonata pode expor suas principais bandeiras do conservadorismo, onde tem como lema, Deus, Pátria, Família e Liberdade e acima de tudo é a favor da vida.
Informou que suas pautas estão alinhadas ao Presidente Bolsonaro, sendo o único candidato conservador da Serra Catarinense, que não irá pegar o Fundão. “Sou o único candidato de Lages que não irá usar, nem o fundo partidário e nem o fundo eleitoral, não adianta eu falar que vou fazer diferente, eu estou tendo a atitude agora e fazendo a diferença agora. Quem negocia princípios e valores agora, também irá negociar quando chegar lá”.
O lageano Jonata Mendes é um pai que defende os princípios Cristãos, marido da Larissa Mendes e abraçou a profissão de advogado, já por ter um senso de justiça.
Em reunião no último dia 16, com parte de sua equipe conservadora que é voluntária, o candidato a deputado estadual Jonata Mendes (PTB), apresentou o comitê dele e revelou que não irá pegar o “Fundão”, isso inclui o fundo partidário e o fundo eleitoral.
Ele deixou claro que uma das bandeiras é não pegar nenhum dinheiro público para custear nem mesmo os santinhos, pois, existem candidatos pelo Brasil, inclusive em SC, dizendo que não pegará o Fundão, mas pegará os santinhos custeados pelo partido e isso faz parte do dinheiro público.
“Minhas pautas estão muito bem definidas com as pautas do nosso Presidente Bolsonaro, queremos melhorar a vida da população, dentro da moralidade política e dentro das linhas entre Deus, Pátria, Família e da nossa Liberdade”.
O lageano Jonata Mendes é um pai que defende os princípios Cristãos, marido da Larissa Mendes e abraçou a profissão de advogado, já por ter um senso de justiça.