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Por mais que tenham sido tomadas várias medidas preventivas para o controle dos javalis, nada parece estar dando resultado.

Mesmo com abates por caçadores e armadilhas a redução dos javalis não é sentida. A preocupação dos produtores de grãos continua. Por onde os animais passam, fica o rastro da destruição.
Os animais continuam atacando as propriedades e os prejuízos são constantes. Porém, o volume da perda só será contabilizado depois da colheita. Estima-se uma perda acima de 30%.
A burocracia que envolve a caça ou a captura dos javalis torna-se um empecilho para os moradores do interior do Estado. A maioria não acredita mais em “controle” da espécie.

Os produtores de grãos do interior de Campo Belo do Sul são exemplo. Eles estão à mercê da invasão dos javalis nas lavouras de milho.
Alguns tiveram que refazer o plantio, para não perder o período de cultivo, e mesmo assim, seguem perdendo a planta ainda na brotação. Já os milharais crescidos são alvos fáceis dos ataques.
O problema é de que os produtores dos municípios da região, já duvidam da eficiência das armadilhas que foram colocadas em terras de empresas particulares. Segundo comentam elas foram todas desativadas. Já em propriedades menores, reclamam da burocracia, que envolve a captura, quando acontece.
Como se nota, há um silêncio a respeito do problema, como se tudo estivesse sobre controle, o que não é verdade. Os produtores rurais estão perdendo a esperança e acham que é uma luta perdida e que só tende a piorar.
Mais detalhes no Lages Hoje.



