Share this
Não tiro o direito do protesto nacional realizado nesta sexta-feira (28), e até compactuo. Só não concordo com os atos de vandalismo que ocorrem paralelamente.
O pichador, não tem nem noção do que escreveu (Foto: Marcelo Pakinha)
Pichações em muros ou em prédios públicos, e atitudes de conflito com quem pensa diferente, e isso não dá para admitir. É preciso respeitar as todas as posições. Não houve total engajamento dos trabalhadores. O movimento ficou marcado pela ação de sindicalistas, CUT, Partido dos Trabalhadores e Sem Terra, basicamente isso. Por este motivo a dificuldade de conscientizar à adesão geral.
Com feriados e fins de semana, o mês produtivo de abril se reduziu pela metade. Assim, com a produtividade minguada, escolheram um dia útil, às vésperas de um novo feriadão, quando poderiam optar pela segunda-feira, 1º de maio, dia dedicado ao verdadeiramente ao trabalhador. Complicado. Fica a impressão de que a obstrução às atividades e à desordem eram as prioridades, acima dos interesses de quem produz.
Arbitrariedade nas escolas
Atos de vandalismo em seis escolas estaduais e na Gerência Regional de Educação (Gered) de Lages nesta sexta-feira, dia 28.



Os vândalos picharam muros e paredes, acorrentaram portões e incitaram alunos e professores a não frequentarem as aulas, que ocorreram normalmente. Até a polícia foi acionada.
(Fotos: Pablo Gomes)





Kkkk estão com medo dos comunista voltar para o poder Paulo. É Lula 2018… vamos extirpar os DEMO, o PSD partidinho que só defende fazendeiro e grandes empresários. Vamos extirpar tem a rede Globo ou rede bobo de jornalismo a rede golpista de TV brasileira… Kkkkk
Vamos?!!!! O coitado!