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Conforme explicação do Samt, nem sempre a tecnologia é o melhor caminho, e decidiu recuar e adotar novamente o modelo antigo, ou seja, os tradicionais blocos de papel.

É essa a situação do programa Área Azul que deixará de operar de forma digital, retornando ao uso dos blocos de papel, a partir de segunda-feira, dia 17 de abril. A desativação do sistema se deve a vários motivos.
No entanto, quem tem veículo cadastrado não perderá seus créditos. Até que tudo seja normalizado, a central digital permanecerá operando em paralelo ao uso de blocos de papel.
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Os motivos da desativação:
Licitação – A gestão do sistema rotativo de estacionamento público, daqui a alguns meses, será feita pela empresa que vencer a licitação. O projeto está sendo construído pela Prefeitura de Lages. Conforme exigências legais, a Samt não participará do certame.
Investimentos – O sistema digital, para atualizá-lo constantemente, precisa de investimentos para adquirir novos aplicativos, recursos que a Samt não possui. Além disso, a empresa vencedora adotará seu próprio sistema.
Perdas de postos de venda – A presidente da Samt destaca que não se trata de retrocesso propriamente dito, e sim, de adequação necessária visando
já a transição da gestão da Área Azul.
Preocupação com o usuário – O bloco de papel, ou tíquete avulso, é um documento físico, comprobatório do direito assegurado a quem o possui. Como a empresa vencedora adotará seu próprio sistema, este poderá não reconhecer os créditos on-line de quem está cadastrado via internet.
Com a ampliação dos postos de venda, a comercialização será mais rápida e isso fará com que haja mais retorno financeiro. A Área Azul é hoje o único recurso que a Samt tem para manter seus projetos.
Fotos: Divulgação



