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A II Conferência Municipal de Cultura realizada na Uniplac, no último sábado (22), com o tema “Uma Política de Estado para a Cultura: Os Desafios do Sistema Nacional de Cultura”, creio ter sido um importante passo para definitivamente dar um tratamento diferenciado à área, quase sempre deixada em último plano no campo político.
A arte e a cultura têm de ser defendidos exatamente assim, buscado no debate, ações que possam se consolidar na prática.
Todos os envolvidos com a cultura sabem o que digo. Méritos totais pelo abertura à discussão, exatamente pela necessidade de incorporação da modalidade de maneira diferenciada e com propósitos claros do que se quer e também onde se procura chagar.
Os 101 componentes dos grupos de estudos formataram propostas que serão encaminhadas à III Conferência Estadual de Cultura, a ser realizada nos dias 29 e 30 de agosto, em Florianópolis, e à III Conferência Nacional, de 26 a 29 de novembro, em Brasília (DF).
Entre as propostas em nível municipal estão a criação do sistema de financiamento da cultura com fundos municipais; criação da Lei de Sistema Municipal de Cultura; editais de fomento à criação, produção, preservação, intercâmbio e circulação de bens artísticos; escola pública de formação artística; contrapartida financeira para os Pontos de Cultura, e uma Rede Municipal de Pontos de Cultura.
No âmbito estadual, sugeriu a criação da Secretaria de Estado da Cultura e a elaboração de editais de fomento descentralizados por regiões, especialmente para as áreas de cultura afro-brasileira, culturas populares, artesanato, patrimônio material, imaterial, museus e arquivos.
Terão meu apoio dentro dos meus espaços de opinião.




