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Os bastidores da Câmara de Vereadores de Lages estão agitados, nestes últimos dias, por conta da troca ou não da Presidência da Casa.
Adilson Appolinário (PROS) é o atual presidente de fato. Ou seja, eleito e tem a legítima representatividade no cargo.
A troca na Presidência, só ocorre se ele renunciar. E isso é ponto pacífico na questão.
Acordo
No início da legislatura, o acordo previa, em 2013, a eleição de Nilton Freitas (PTB). Depois, em 2014, deveria
assumir alguém do PPS, no caso, Marcius Machado. Já em 2015, a indicação viria do PSC. E, por último, em 2016, um nome do PMDB.
Mas, como se sabe, o acordo caiu por terra quando Nilton Freitas (foto) permaneceu por dois anos e não abriu para o Márcio, em razão dos problemas enfrentados pelo vereador, devido à troca de partido. Márcio deixou o PPS e foi para o PR, motivo suficiente para ficar fora do páreo do cargo.
No final de 2014, com nova eleição, o quadro também mudou por completo com a eleição de Adilson Appolinário (PROS), mas como nova possibilidade a partir de outro acordo.
O que se pensa agora
Sabe-se que o prefeito Elizeu Mattos gostaria de ver alguém do PMDB em 2016 na Presidência da Câmara. O problema é que surgem dentro da sigla, outros postulantes, o que pode criar algo inesperado nesta briga pelo cargo, levando em consideração a renúncia de Appolinário.
E, caso isso aconteça, se tudo não estiver muito bem amarrado, a Casa fica sem presidente, e pelo regimento interno, pode ser convocada nova eleição. E, no voto, até mesmo a oposição poderá lançar nomes.
Por fim, uma questão complexa que tem provocado muita discussão internamente na Câmara de Vereadores. Há necessidade de consenso, o que não há.
De qualquer forma, confortável mesmo, está somente o presidente Adilson Appolinário, que, se decidir, mantém tudo como está e ponto final.




