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Essa é a impressão de quem chega ao aeroporto em Correia Pinto. Não há ninguém trabalhando, nem mesmo um vigilante para cuidar da estrutura.
No prédio que vai abrigar o terminal de passageiros, apenas uma frágil porta de vidro, protege aquilo que já foi adquirido, como a esteira de bagagens, que mesmo sem uso, está aberta e exposta no meio do saguão.
Esse foi o cenário encontrado pelos integrantes da Comissão Pró-Voo Regional que fizeram uma visita ao local, acompanhados pelo engenheiro do DEINFRA, Narciso Leal Narciso.
O objetivo desta comissão é descobrir qual a real a situação do aeroporto e o que falta para o local entrar em operação.
A preocupação procede. Ninguém entende como uma estrutura que está em obras há mais de 15 anos e onde foram gastos milhões dos cofres públicos não fica pronta nunca.
Para a comissão, isso representa um descaso com a população e um atraso para o desenvolvimento da região serrana.
Com a palavra o Secretário Regional
Em maio deste ano, durante uma reunião com a diretoria da ACIL, o secretário de Desenvolvimento Regional de Lages, João Alberto afirmou que o governador Raimundo Colombo, lhe passou a incumbência de assumir e liderar o processo para que as obras físicas fossem concluídas até o dia 11 de outubro.
Ainda faltam alguns dias para o fim do prazo, no entanto, ainda não estão prontos o acesso principal, os acessos internos, nem estacionamento, falta luz, telefone, internet, aparelho de raio x, brigada de combate a incêndio e caminhão do corpo de bombeiros.
A pista ainda não está sinalizada e o mato já cobriu a cerca de proteção.
Conclusão
De acordo com o empresário Anderson de Souza, “a cada contato que fizemos, surge uma nova informação. Há um desencontro de prazos e de encaminhamentos. Nosso único interesse é que o aeroporto entre em funcionamento. Não é um interesse político, queremos que as coisas andem, ou melhor, voem”.
Informações e fotos: Keltryn Wendland, Assessoria de Imprensa ACIL








