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A sexta-feira (14) foi de muita conversa na Prefeitura de Lages, para esclarecer o que está ou pode ser feito quanto às obras do Complexo Ponte Grande, em Lages.
Nos últimos meses a Sulcatarinense, responsável pela execução das obras físicas do Complexo Ponte Grande, passou por dificuldades financeiras e não conseguiu continuar os trabalhos em Lages.
A partir de julho a empresa se afastou alegando ter perdido a condição habilitatória do processo, estando em recuperação judicial.
As obras do Complexo Ponte Grande estavam desde o início do ano sem empresa gerenciadora, trabalho que era realizado pela Prosul, responsável também pela fiscalização e medições para a liberação e repasse de recursos pelo governo federal.
A saída da Prosul também se deu por conta de dificuldades financeiras.
Diante dessa situação, o Complexo ficou sem gerenciadora e sem executora da obra.
A administração municipal precisou tomar providências imediatas para contornar a situação e garantir os recursos, considerando que ainda será repassado pelo governo federal cerca de R$ 42 milhões.
Alternativas encontradas
Uma alternativa será fragmentar a obra em lotes. Uma empresa será contratada para fazer a revisão do projeto e preparar o processo licitatório para contratação da nova executora.
Com a fragmentação do contrato do Complexo em contratos menores será possível contemplar várias empresas de menor porte.




