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A definição para a instalação de novos cursos de medicina cabe agora, exclusivamente ao Ministério da Educação (MEC). Foi-se o tempo em que as instituições de Ensino Superior do Brasil podiam fazer isso.
Por outro lado, o prefeito de um município passa a ter grande participação. Basta que ele preencha um formulário demonstrando o interesse e envie ao Órgão Governamental, constando em detalhes a realidade da saúde do município, e os objetivos do pleito.
Lages, caso tenha recebido o formulário, poderia ter preenchido e enviado. E, se recebeu e não o fez, foi porque não quis, ou ainda pode fazê-lo.
Também em Lages é sabido que o Centro Universitário UniFacvest está pronto para ter em sua lista de cursos, o de Medicina.
Para que isso aconteça é preciso antes de tudo, que haja forte manifestação da imprensa, dos empresários, de sindicatos de trabalhadores (os grandes beneficiados), e, principalmente nossos governantes e demais representantes políticos.
Sem essa mobilização e com as pessoas que podem mexer com a proposta não se interessarem, Lages vai ficar apenas assistindo outras cidades sendo beneficiadas.
Está mais do que na hora de a comunidade, ou os governantes locais, dizerem se querem ou não querem mais um Curso de Medicina ou que expliquem se há ou não viabilidade.




