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Colega Milton Barão postou a contrapartida da Secretária de Saúde Cristina Subtil.
Segundo ele, em entrevista ao repórter Pablo de Melo, na manhã desta segunda-feira, na Rádio Guri, a secretária municipal da Saúde Cristina Subtil se manifestou sobre o movimento dos servidores e a ameaça de greve a partir de quinta-feira.
“Estamos sabendo do manifesto e entendemos como um ato democrático. Estivemos reunidos com secretário de administração na quinta-feira por mais de duas horas.
Foi entregue o pedido e a administração pediu prazo de 15 dias, porém os líderes do manifesto optaram por antecipar a ação.
Não são reivindicações novas, pois algumas tem mais de 12 anos; outras ações como falta de medicamentos, é uma questão variável. Temos todos os medicamentos licitados e não temos falta de remédios na Farmácia Básica.
Foi acordado de formar um grupo de trabalho, mas o que se viu foi que o movimento optou por dar outro rumo ao manifesto”.
Concordo ainda com o Milton, quando faz referência à necessidade de que os líderes do manifesto na área da saúde, se identifiquem.




Concordo com o anonimato dos lideres, afinal, são funcionários e esta é uma gestão que costuma fazer represarias (lembram do que aconteceu aos indicados do David Moro? e quando o Marcius Machado saiu do partido?).
Identificar os lideres do movimento é apenas uma forma de inibir uma atitude democrática para evitar encarar o problema.
Por que não voltam seus olhares às revindicações em si e aos problemas em questão que são “EVIDENTEMENTE REAIS”, tem o apoio das classes e reconhecimento da população, a situação está crítica, e todo mundo vê, mas ninguém tem coragem de falar.
Ah! é que procurar culpados é mais fácil que buscar soluções né…