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Por mais que tivesse prometido ou agendado a vinda à Lages, neste terça-feira (9), em contato direto com a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania), que, inclusive, o aguardou protelando o retorno à Brasília, a ida do secretário de Estado da Saúde André Motta à Assembleia prestar esclarecimentos aos deputados, foi mais importante do que o deslocamento à Lages, aparentemente.

Um gigante à espera de uma ação emergencial para ser totalmente ativado
Quando se abrem críticas às ações do Governo de Santa Catarina para com a cidade e Região, acrescentam que a imprensa fala muito. Então, tratar da abertura da nova ala do maior Hospital da Serra Catarinense, não tem relevância? E pior. Não se dá atenção merecida, nem mesmo em meio ao caos em que a saúde se encontra.
Por aqui, e vejo abnegação, apenas se virando e justificando como podem, o jovem interlocutor do Governo Lucas Neves, o adjunto da Casa Civil, Juliano Chiodelli, e agora, o diretor do HTR, Maurício Batalha. No entanto, eles não têm respaldo de cima, e ficam de mãos atadas em meio a argumentos pífios.
Não somente a questão do Hospital. Apontem os recursos do Estado, tirando àqueles contingenciados do governo anterior, e que foram aportados para Lages até agora? Nada.
A Serra Catarinense vive um aparente estigma do distanciamento do Governo. Se for por causa da política, por Raimundo Colombo, ex-governador, ser da terra, então, a pequenez da atitude do atual governador é maior do que penso. Tomara que não seja isso.
Por fim, está em falta uma grande atitude do Governo do Estado não somente para com Lages, mas com toda a Serra Catarinense. Imagino que o Governador não sabe nem para que lado fica Campo Belo do Sul, ou Cerro Negro, por exemplo. Municípios que jamais devem fazer parte eventual da sua agenda aqui na Serra. Talvez, a Região esteja por conta própria, e ainda nem percebemos.



