Simulado de desastres reforça prevenção e integração em Lages

A reunião do Colegiado Regional de Proteção e Defesa Civil, realizada no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd), no campus da Udesc, em Lages, definiu os detalhes do 2º Simulado de Desastres do município, previsto para o dia 1º de março. O encontro teve como foco o fortalecimento das ações preventivas e o planejamento estratégico para ampliar a segurança da população.

Foto: Coordenação de Proteção e Defesa Civil de Lages/Divulgação

O exercício ocorrerá na região entre a rua Lauro Ribeiro de Lima e a avenida Belisário Ramos (Carahá), envolvendo a simulação de um acidente com transporte de produtos perigosos, cenário que exigirá protocolos específicos de emergência, isolamento de área e atendimento às vítimas.

Segundo o secretário executivo da Defesa Civil, Sargento Ribeiro, o treinamento busca aprimorar a integração entre os órgãos envolvidos, garantindo respostas mais rápidas e eficientes em situações reais. A ação contará com participação de diversas forças de segurança e instituições parceiras, com características realistas, mas controladas.

A população está sendo previamente informada para evitar preocupação, já que se trata de um treinamento preventivo. O simulado integra a política municipal de gestão de riscos, priorizando o planejamento antecipado como forma de reduzir danos materiais e preservar vidas.

Lages participa do 1º Simulado Geral de Desastres de SC

O Estado de Santa Catarina demonstrou, através do 1º Simulado Geral de Desastres, a real percepção para eventos graves da natureza, e que, certamente, precisa estar preparada. Antecipa assim, meios para uma defesa inesperada. Inúmeros municípios aderiram.

Em Lages, o simulado de deslizamento de terra mobiliza equipes e reforça preparação de Lages para emergências. Assim, a Prefeitura participou do 1º Simulado Geral, neste domingo (18 de maio), com evacuação de moradores, instalação de abrigos temporários e ações coordenadas de resgate e acolhimento.

A ação ocorreu na avenida Santa Catarina, no bairro Conte, e integrou o 1º Simulado Geral de Gestão de Desastres de Santa Catarina, organizado pela Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil.

Importância

A prefeita Carmen Zanotto acompanhou a simulação e destacou a importância do exercício para a segurança da população. “É nosso dever estarmos preparados para agir de maneira rápida e organizada em caso de desastres. O simulado mostrou que nossas equipes estão bem estruturadas para enfrentar esses desafios”, salienta.

Ao fim da simulação, as equipes se reuniram para avaliação e balanço das atividades. A prefeita Carmen Zanotto adiantou que novas ações de treinamento e capacitação devem ser promovidas.

O simulado em Lages foi parte da mobilização estadual que dividiu Santa Catarina em regiões, cada qual com um tipo de desastre a ser enfrentado. A cidade ficou responsável por simular um cenário de deslizamentos de terra, com atuação realista e integrada das forças públicas.

Fotos: Nilton Wolff

Santa Catarina realiza maior simulado de desastres do país

Na manhã deste domingo,18, Santa Catarina deu início à maior simulação de resposta a desastres já realizada no Brasil, com a execução da primeira fase do 1º Simulado Geral de Gestão de Desastres, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SPDC).

Às 9h15, um marco histórico foi registrado: o envio do primeiro Cell Broadcast em nível estadual, um alerta simultâneo de emergência que alcançou celulares em todo o território catarinense, sinalizando o início oficial do simulado.

Logo após o disparo do alerta, os municípios participantes iniciaram suas ações locais, com evacuação de áreas de risco, ativação de abrigos temporários e mobilização das equipes de resposta. O exercício teve como foco o treinamento prático e a integração das estruturas de Proteção e Defesa Civil para o enfrentamento de desastres como deslizamentos, enchentes e alagamentos severos.

Entre os cenários simulados, houve o levantamento de riscos de rompimento de barragens de geração de energia em alguns municípios da região Oeste, além do relato de unidades territoriais sem energia elétrica — eventos fictícios, mas tratados com o mesmo rigor e método de uma situação real.

Fotos: Roberto Zacarias/SECOM GOVSC