A questão está longe de ser resolvida no âmbito da segurança. O novo ataque que ocorreu numa escola de Palhoça, na Grande Florianópolis, esta semana, revela a insegurança que ainda existe nos ambientes escolares de todo o Estado.

Está muito claro, que este não será o último ato nesse sentido, e como disse a deputada Paulinha (Podemos), revela uma triste realidade, de que nossas escolas estão refletindo a violência da nossa sociedade. Conforme aponta, há mais de um ano estão sendo discutidas ações para enfrentar esse cenário, inclusive, com a criação de um comitê permanente em Santa Catarina para debater a violência escolar.
O grande fator, é que tudo ainda segue no âmbito das discussões, e muito pouco, na prática. É sabido que o “afrouxamento” da segurança em todos os municípios é também real. O tema carece sim de urgência. A sociedade catarinense terá de acordar para o problema. Já as autoridades precisam dar garantias de plena segurança às crianças.




