PM recebe robô antibomba do Governo Federal

A segurança em Santa Catarina está vivendo uma nova era. Nas estradas, drones poderosos fiscalizam os motoristas que cometem algum tipo de infração. Outra novidade foi entregue nesta terça-feira, 14, para o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar. Trata-se do robô antibomba Teodor, entregue para a corporação.

Durante cerimônia no Comando-Geral da PM, foi confirmada a transferência definitiva da posse do robô, em ato com que contou com a presença da governadora em exercício, Daniela Reinehr, que intermediou a cessão do equipamento.

A máquina ajudará não apenas na desativação de artefatos explosivos, mas também na preservação das vidas dos agentes de segurança. O robô foi adquirido pelo Governo Federal por um custo aproximado de R$ 1,1 milhão.

Ele pode chegar a dois metros de altura, sendo controlado remotamente a até um quilômetro de distância do local da intervenção. A operação da máquina ficará a cargo do Comando de Operações de Busca, Resgate e Assalto (Cobra), do Bope.

Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Moramos numa Província?

Entre as definições de Província: cidade ou interior; região afastada da capital; e por isso, menos avançada ou sofisticada. Alguns em Lages se esforçam para mudar este conceito, só alguns.

Porém vejamos. O evento promovido pela Havan, na tarde desta sexta-feira (21), obrigou a fechar o trânsito, em frente à Loja, no final da tarde e início de noite, na Rua Correia Pinto.

Na cabeça de muitos, um pecado quase mortal a permissão de que se faça um evento, e perturbar a passagem dos carros, por momentos que pouco influenciava no trânsito da cidade nesse trajeto. A rua da “Província” criada por Correia Pinto estava congestionada. Grande coisa!

Mas, se fosse na saída ou entrada da Ponte, em Florianópolis, sem problema. É a Capital. É assim mesmo, então, é suportável. Ou quem sabe as três horas que se leva para cruzar de ponta a ponta a Av. Atlântica em Balneário Camboriú, etc.

Lages não pode promover nada fora do normal, que tudo vira incômodo. Por certo, Luciano Hang deverá levar em conta essa “indignação gratuita”, e quem sabe nunca mais promova nada na cidade.

E essa decisão do empresário, se acontecer, será a conquista negativa da terra provinciana, fomentada por críticas vazias. Porém, de qualquer forma, sei que Lages sonha em crescer, e um dia se tornar grande, até na maneira de pensar.

No entanto, na mente dos críticos, só não podem bloquear ruas, como a da Correia Pinto, para que se tenha uma forma diversão diferenciada. Que dó minha gente!