Ao comentar sobre os 100 dias de governo, disse aqui, que nada desabonava o governo de Jorginho Mello até então. No entanto, se estampa em toda a mídia o fato da contratação de equipe de serviço para a residência da vice-governadora Marilisa Boehm (PL), com altos salários.

Entre eles, um cozinheiro, a R$ 21 mil por mês, num processo com dispensa de licitação, publicado, inclusive, no Diário Oficial do Estado. Ao todo são cinco funcionários, sendo que todos terão também bons salários, caso de dois serventes contratados a R$ 9 mil e um segundo cozinheiro, a R$ 11 mil. Sobraram críticas. Houve quem comparasse os salários aos dos professores, em média R$ 5 mil numa jornada de 40 horas.
Obviamente é preciso explicação. Afinal, o cozinheiro terá um ganho próximo da própria vice-governadora. A informação resume de que, em seis meses, tempo de vigência do contrato temporário com empresa terceirizada, será de mais de R$ 360 mil.
Em nota, a justificativa de parte do Governo, é de que foi realizado um processo de contratação emergencial por 180 dias para prestação de serviços terceirizados na residência oficial da vice-governança, enquanto está em andamento o processo licitatório conduzido pela Secretaria de Estado da Administração, pois, a empresa anterior não estava cumprindo com o pagamento dos funcionários e não mantinha suas condições de habilitação para a prorrogação do contrato. Pegou muito mal.



