O futuro do prédio da antiga Escola de Educação Básica Aristiliano Ramos, no calçadão da Praça João Costa, no centro de Lages, ainda é uma incógnita.
Porém, há consenso de que seja o que deva ser feito, precisa ser definido em conjunto entre as partes diretamente envolvidas.
Para isso, o Ministério Público e o Poder Judiciário serão convidados a opinar sobre o que poderá ser feito no local caso a decisão final seja pela conservação, e não pela demolição.
Nesta terça-feira (24), o prefeito Toni Duarte, secretários municipais e técnicos da Defesa Civil, além do secretário do Desenvolvimento Regional de Lages, João Alberto Duarte, foram conferir pessoalmente o trabalho de limpeza do prédio, determinada por liminar judicial.
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Por outro lado
Tão logo os trabalhos sejam encerrados, o promotor Renée Braga e o juiz Silvio Orsatto serão convidados a visitar e opinar sobre o futuro do local, ainda que a posição do governo do Estado, inclusive defendida na Justiça, seja muito clara no sentido de demolição total para destinação a outros fins.
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Em caso da manutenção
No caso de a sentença final seja pela manutenção do prédio, é certo que a cobertura precisará de uma grande intervenção, e um minucioso levantamento precisará ser feito para definir que tipo de trabalho se torna necessário e viável.
E isso poderá levar meses, uma vez que será preciso abrir licitação para contratar uma empresa especializada no serviço, considerado difícil devido ao risco de acidentes.
Importante também nisso tudo é o fato das autoridades estarem buscando uma solução final para o prédio da antiga escola.
(Informações e fotos: Pablo Gomes)




