Como se sabe, o orçamento de R$ 26,7 milhões não será aplicado na Belisário Ramos, isso, sem antes serem solucionados problemas antigos de contenção de enchentes, sistema de esgotamento sanitário e abastecimento de água que cortam a via.

No entanto, os recursos não serão perdidos, e sim realocados, para atender demandas importantes em vários bairros e evitar desperdício de verba pública.
Seja como for, a Prefeitura de Lages, por intermédio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, está redefinindo a aplicação dos recursos financeiros disponíveis para a avenida Belisário Ramos, a Carahá, que tinha projetos previstos de recapeamento asfáltico e revitalização, incluindo ciclovias e urbanização.
Portanto, a ideia é incorporar todas as obras mapeadas na cidade ao planejamento municipal para os próximos meses, com eficiência financeira. “Não há como se falar em asfaltamento sem antes considerar intervir em problemas históricos, como a substituição da rede de drenagem pluvial e instalação de dispositivos de contenção de enchentes, por exemplo”, reforça o secretário de Obras e Infraestrutura, Cleber Machado Arruda.
Sobre o orçamento
O orçamento, proveniente do Governo do Estado e agora liberado para outras obras em todo o município, é de R$ 26,7 milhões. Com a decisão, R$ 4 milhões serão utilizados na Avenida Carahá. No entanto, serão reparos provisórios no asfalto e contenções específicas, nos trechos em que há frequentes desmoronamentos.
Do restante, ou seja, R$ 22,7 milhões, serão aplicados R$ 10 milhões em obras de pavimentação em uma das áreas com maior concentração de indústrias em Lages.
E, ainda, R$ 7,7 milhões servirão como reserva à compra de massa asfáltica, em convênio com a Usina do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (Cisama), a um preço entre 30% e 35% mais baixo do praticado no mercado.
Foto: Fábio Pavan









































