A atitude do deputado estadual Gabriel Ribeiro (PSD), obviamente repercutiu, ao declarar o voto ao candidato da oposição, o Comandante Moisés (PSL), ao Governo de Santa Catarina. Dentro das fileiras partidárias do PSD, a atitude, obviamente, foi condenatória, e tida com um ato de traição.

Gabriel sabe bem disso, e por certo, deverá deixar a sigla. Uma atitude tomada por conta do que deve ter acontecido durante a campanha, e que até agora sem esclarecimento, embora, todas as qualidades ditas do candidato que alegou do PSL não conhecer pessoalmente, devem ser contrárias ao que ele conhece, o do seu partido, o PSD. Isso, claro, na maneira dele pensar.
Em Lages, as maiores lideranças do PSD, o ex-governador Raimundo Colombo e o prefeito Antonio Ceron, desconcertados, não concordaram, disseram que não reflete seus pensamentos e que Gabriel tomou uma decisão pessoal.
Seja como for, o comportamento, pensado ou não, deverá ter consequências sérias da vida política do jovem deputado, que não conseguiu ser reeleito. Terá, a partir de agora, tentar reconstruir seu caminho na política, longe dos atuais amigos e aliados do PSD.



