Material escolar: preços com quase 700% de diferença

Pois é. Procon de Lages realizou pesquisa entre os dias 3 e 4 de janeiro e avaliou 72 itens do material escolar.

A curiosidade é que dentro deste trabalho de orientação ao consumidor revela diferença de preços em até 698% em um mesmo item comparando o estabelecimento mais barato com o mais caro.

A intenção é orientar os pais e responsáveis sobre a importância da pesquisa na hora da compra dos materiais escolares dos seus filhos.

A lista das escolas deve conter os materiais e não a marca que será utilizada. O material é de uso pessoal e não coletivo.

O que chama a atenção na pesquisa do Prcon de Lages é alta variação de preços em alguns produtos.

A pesquisa completa com todos os preços tabulados e os materiais listados está disponível aqui no Blog e no site do Procon: https://procon.lages.sc.gov.br/pesquisas.

Foto: Divulgação

Diferença de até 800% em preços do material escolar

Esta foi a constatação do Procon de Lages que verificou os preços de 72 artigos integrantes do conjunto de materiais escolares. O trabalho de fiscalização ocorreu nos dias 8 e 9 de janeiro (sexta-feira e sábado), independente de marca.

Os fiscais consultaram os valores praticados por cinco estabelecimentos comerciais da área central de Lages, e o líder de variação de preços foi a cola branca de tubo com 40 gramas, com 799%, em que o menor valor encontrado foi R$ 1 e o de maior foi R$ 8,99, sendo que o preço médio é de R$ 3,13, entre outros itens.

A tabela completa com detalhes da pesquisa pode ser acessada em https://procon.lages.sc.gov.br/pesquisas.

Procure o Procon

O cidadão que se sentir lesado ou desconfiar de algum abuso na prática de preços ou se deparar com algum produto ou serviço oferecido e que apresentou problema, sem a devida atenção posterior, pode e deve procurar o órgão. Recomenda-se guardar e apresentar nota fiscal ou panfleto de ofertas.

Foto: divulgação

Procon confere preço do gás

O órgão de proteção ao consumidor de Lages identificou o valor mínimo do botijão de gás de cozinha, de R$ 68 sem entrega e de R$ 75 com entrega embutida. O valor máximo observado foi R$ 75 livre de entrega e R$ 84 com entrega. Ou seja, dentro dos conformes.

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Abusos de preços

O prefeito Elizeu Mattos está ciente da prática de preços abusivos por algumas empresas que comercializam lonas e telhas e manifesta repúdio à falta de bom senso e de solidariedade.

“Nós condenamos qualquer manifestação de exploração comercial das pessoas que estão com suas casas danificadas. Estes preços superfaturados farão com que o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) seja acionado. Repudiamos qualquer atitude de alguém que queira levar vantagem sobre a tragédia alheia e com certeza serão punidos”, alerta.

Tem algo muito errado

Os preços dos produtos nos mercados, a cada semana estão modificados, para cima.

Outro dia, um panificador disse-me que está muito preocupado.

Todas as semanas ele compra matéria-prima com preço novo.

Porém, está proibido de repassar no valor final dos pães.

Os indicativos são preocupantes.