Teste da 3ª faixa na BR-101 entre Porto Belo e Piçarras

Assunto que interessa a todos os catarinenses. Pois, avança a possibilidade de novo teste da 3ª faixa na BR-101 entre Porto Belo e Piçarras. A possibilidade de fazer um novo teste na BR-101, com a liberação do acostamento para o fluxo de veículos, foi debatida na manhã desta terça-feira (16).

Deputada Paulinha / Foto: Bruno Collaço / Agência AL

A reunião teve participação da deputada estadual Paulinha, dos prefeitos da região e dos responsáveis pela manutenção e segurança da rodovia. Paulinha defendeu a necessidade de um novo teste de no mínimo 15 dias, com a liberação do acostamento nos dois sentidos da via entre Porto Belo e Piçarras, para avaliar a efetividade da medida.

Ela reforçou a importância de adotar essa ação na temporada de verão, quando a região recebe milhões de turistas e o trânsito da BR-101 está no momento mais crítico. O primeiro teste foi realizado entre os dias 15 e 17 de dezembro, entre Itapema e a entrada de Navegantes, com horário estabelecido entre 14h e 22, e apenas no sentido Norte.

Gaeco deflagra Operação “Fantasma”em quatro municípios

A nova ação do Gaeco denominada de Operação ”Fantasma” apura crimes de estelionato e falsidade ideológica, deflagrada na manhã desta terça-feira (16). Já foram cumpridos três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão nos municípios de Lages, Porto Belo, Camboriú e Balneário Camboriú.

Conforme informações do Ministério Público, há o envolvimento de pelo menos um funcionário público e, no mínimo, outros dois indivíduos. Todos estariam sistematicamente se valendo de certidões de nascimento de terceiros para, de forma fraudulenta, possibilitar que mais de uma dezena de indivíduos pudessem assumir novas identidades, com o objetivo de ocultar seus passados delituosos e/ou facilitar a prática de novos crimes.

Também foram expedidos, mais não cumpridos ainda, outros 16  mandados de prisão temporária  contra os beneficiários do esquema criminoso até o momento identificados.

O nome da operação deve-se ao fato da investigação apontar que os envolvidos atuavam de modo a possibilitar que os beneficiários desse esquema criminoso confeccionassem novas carteiras de identidades, utilizando certidões de nascimento de pessoas falecidas, excluindo a informação do óbito e que não possuíam carteira de identidade expedida no Estado.

Fonte e foto: Coordenadoria de Comunicação Social – MPSC