Reflexão: carência na produção de conteúdos na Serra

A Serra Catarinense é fraca na produção de conteúdo. Não sabe divulgar o próprio potencial. As notícias giram em torno apenas do cotidiano, sobre fatos ocorridos como acidentes, reuniões, coronavírus, etc. naturais e importantes, igualmente.

Obras da Berneck avançam. Porém, a carência de informações sobre a empresa é uma realidade

No entanto, o verdadeiro potencial que precisa ser vendido para todo o Estado e para fora dele, para que possa ser visualizado e admirando longe, isso pouco acontece. Pouco se sabe, por exemplo, da evolução da Berneck, cuja obra, cresce a olhos vistos.

Notem. As prefeituras da Serra, com exceção de Lages e São Joaquim, basicamente, vendem seus “peixes”, mas nada mais do que conteúdos internos.

As cidades de Serra não têm visão do quanto o conteúdo das potencialidades pode ser relevante à divulgação, especialmente, para o turismo e à economia locais.

Nem mesmo a potencialidade turística da Serra têm tido grande espaço na produção de conteúdos

Isso sem falar do nada divulgado pela maioria dos municípios da Amures, sujeitos apenas a uma produção ou outra da assessoria da entidade. Fora isso, uma pobreza. Nada, ou quase nada, se sabe o que acontece nos municípios. E não é por falta de assunto ou de jornalistas. Mão de obra tem sobrando.

Lages, por exemplo, nicho na formação de profissionais, é também um fracasso na produção de conteúdo. Se limita a falar da “paróquia”, ou seja, do quintal para o próprio quintal. Tenho lá minha meia culpa. No entanto, tenho notado de forma geral essa fraqueza.

Para que você entenda o que quero dizer, esta semana surgiu uma produção de um bom texto da GTS do Brasil, de Lages, sobre a fabricação da maior plataforma de colheita do mundo. Além dos materiais publicados pela Revista Excelência. Outro dia se falou da potencialidade da produção de grãos na Coxilha Rica. É esse tipo de conteúdo a que me refiro.

Exemplo de conteúdo como o da maior plataforma de colheita fabricada em Lages precisa ser mais produzido

Lages, suas empresas, seus projetos, suas grandes ações, aliás, toda a Serra Catarinense carece da produção de conteúdo de vulto, divulgando suas potencialidades. Nada contra as informações cotidianas da “paróquia”, que tem lá suas relevâncias.

O desafio está lançado. Portanto, empresários, gestores e jornalistas, o campo está aberto. Hora de se abrir para o Brasil e o Mundo, apenas produzindo bons conteúdos.

Fotos: divulgação

Maior plataforma de corte do mundo para colheitadeiras

Uma grande notícia. E melhor ainda: produzida em Lages. Com 62 pés a maior plataforma de corte usada em colheitadeiras de grãos do mundo é genuinamente lageana, fabricada pela empresa GTS do Brasil, indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas.

Conforme informações ela já está sendo produzida. É a mais nova da linha Flexer®️ XS, e se junta aso produtos que estão disponíveis nos tamanhos de 25, 30, 35, 40, 45 e 50, e agora 55 e 62 pés.

O novo projeto deve suprir a demanda da agricultura e pecuária no Brasil, que esse ano deve atingir o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), de R$ 1 Trilhão, dados estimados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Fotos: divulgação

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