O professor, anarquista, colorado e meu amigo Ari Martental foi ao extremo da sua competência na arte da escrita. Sou fã de carteirinha de suas crônicas publicadas em uma página do semanário “O Momento”, de Lages.
Porém, o também conhecido como “Bode Velho”, se superou, creio, na crônica intitulada “O Papa, o Leonel Boff, o Morô e o Elizeu”, escrita e publicada na edição do jornal da última semana.
Um texto inigualável, mostra todo o talento com o jogo das palavras, e que facilmente Ari domina.
Um primor de texto. Daqueles que devem ser usados como exemplo no exercício dos bancos das universidades entre os acadêmicos de jornalismo.
Garanto que não estou exagerando. Afinal, o texto é também uma de minhas especialidades. Um dia, que sabe, possa me aproximar das bem contextualizadas escritas do experiente Martendal.
Se você ainda não leu, recomendo.




