No contexto de uma crônica, Ari se supera

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO professor, anarquista, colorado e meu amigo Ari Martental foi ao extremo da sua competência na arte da escrita. Sou fã de carteirinha de suas crônicas publicadas em uma página do semanário “O Momento”, de Lages.

Porém, o também conhecido como “Bode Velho”, se superou, creio, na crônica intitulada “O Papa, o Leonel Boff, o Morô e o Elizeu”, escrita e publicada na edição do jornal da última semana.

Um texto inigualável, mostra todo o talento com o jogo das palavras, e que facilmente Ari domina.

Um primor de texto. Daqueles que devem ser usados como exemplo no exercício dos bancos das universidades entre os acadêmicos de jornalismo.

Garanto que não estou exagerando. Afinal, o texto é também uma de minhas especialidades. Um dia, que sabe, possa me aproximar das bem contextualizadas escritas do experiente Martendal.

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E o Papa Francisco está no Brasil

O Papa Francisco foi recebido de diversas maneiras, desde a saudações de boas-vindas a protestos pelos gastos com a segurança, entre outras razões.

Porém, de qualquer forma, a vinda dele é muito significativa ao povo brasileiro e principalmente para os jovens que vão participar da Jornada Mundial da Juventude.

Na passagem pelas ruas ele não se intimidou com alguns protestos e chegou a deixar a janela de seu carro aberta e a cumprimentar os fiéis que aguardavam para vê-lo.

Os manifestantes também se concentraram perto do Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, onde o papa Francisco se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff e outras autoridades.

papa

No trajeto, a bordo do papamóvel no Rio foi acompanhado por uma multidão empolgada.

No twiter, a mensagem “”Hoje começamos uma semana estupenda no Rio; que ela seja uma ocasião para aprofundar a nossa amizade em Jesus Cristo!”

Em um discurso em português claro com sotaque espanhol, o papa pediu licença para “bater delicadamente à porta do coração do povo brasileiro”.