Teve grande repercussão a adoção de medidas de busca e apreensão, prisão e sequestro de bens, a partirda deflagração da 2ª fase da Operação Alcatraz, em três municípios do Estado, ontem, terça-feira (19).

A investigação que apura crimes de fraude em licitação, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi deflagrada pelo MPF, Polícia Federal, Receita Federal e o MP de Contas/SC.
Foram cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, nove de prisão temporária e 34, ale’m de mandados de busca e apreensão em Florianópolis, Joinville, Biguaçu e Xanxerê, expedidos pela Justiça Federal de Florianópolis, em investigação conduzida na Operação Hemorragia, que investiga crimes conexos àqueles apurados no âmbito da Operação Alcatraz.
Indisponibilidade de bens
A 1ª Vara Federal de Florianópolis também determinou o bloqueio de valores via sistema Sisbajud e a indisponibilidade de bens imóveis via sistema CNIB de 17 pessoas investigadas e 14 empresas supostamente envolvidas nas fraudes e desvios; além do sequestro de sete imóveis (apartamentos, terrenos, casa e vagas de garagem) em nome de familiares ou empresas relacionadas a um dos investigados e de dois veículos por ele utilizados.
Também foi determinado o sequestro, apreensão e restrição de circulação de 14 veículos de investigados e empresas envolvidas, entre esses, vários que podem ser considerados como “veículos de luxo”.
Repercussão política
Diante da prisão domiciliar do presidente da Assembleia Legislativa, Julio Garcia (PSD), a repercussão política foi grande nesta terça-feira,19. Até por que há envolvimento de outros políticos renomados no Estado, como o do ex-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB). A expectativa é como a Alesc vai agir e reagir diante dos fatos. Por hora, nada disse.




