No dia da inauguração do Mercado Público, e que contou, inclusive, com a presença do governador Carlos Moisés, observei as aberturas, mas, na ocasião não teci nenhum comentário.
Porém, dias depois, diante das intempéries do tempo, a administração municipal percebeu que não seria possível deixar como está, e imediatamente emitiu ordem para o fechamento.

Segundo a Prefeitura, houve sobra de R$ 900 mil, e após negociar com o Governo, tomou a providência de colocar vidros nas aberturas laterais, e proteger o local contra a chuva e o frio.
Mas tem algo mais…
Tenho observado que algo precisa ser feito para atrair as pessoas durante todo o dia, desde a hora que o Mercado abre. Há um esforço de parte do Município, com a realização de eventos, porém, normalmente à noite, quando os comerciantes estão com as lojas fechadas, com exceção de alguns pontos que vendem alimentos e bebidas.
Outra questão, e que tem causado reclamação, é de que nos boxes não podem ser usados fogões, nem fornos, e por isso, não podem abastecer os clientes com comida quente feita na hora, a não ser esquentada pelo micro-ondas. Conforme relatos, pelo projeto, a Vigilância Sanitária não pode autorizar.
Gostaria muito de saber dos responsáveis, se isso realmente procede. Aliás, realmente, nenhum tipo de alimento quente feito na hora, é servido. Algo a ser discutido.