A ideia já proposta pelo Sindicato Rural de Lages ganha extensão para todo o Estado. Com as feiras suspensas em razão da pandemia do coronavírus, os leilões virtuais de terneiros (as) retidos nas fazendas é a alternativa para movimentar o setor.

Outro fator que agravou a retenção dos animais nas fazendas decorre do fato de que, além da venda em feiras e nas fazendas, uma grande parte era exportada como carga viva para a Europa e, por enquanto, essa operação está suspensa.
Assim deverá ocorrer a nova modalidade venda de animais. Os leilões virtuais foram autorizados pelo governador Carlos Moisés da Silva em videoconferência, nesta semana, com as entidades do agronegócio. Aguarda-se apenas a regulamentação e as condições em que eles se darão.
Cerca de 10 mil e 25 mil cabeças devem ser comercializadas nas feiras virtuais, aquecendo a não só o segmento, mas toda a economia catarinense.
Foto: Paulo Chagas



