Em defesa da saúde

carmen na tribuna1Em pronunciamento na tribuna, a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC) criticou o contingenciamento de recursos, sobretudo na área de saúde.

Segundo a parlamentar, o SUS (Sistema Único de Saúde) já não estava dando conta da demanda cada vez mais crescente por atendimento, medicamentos e exames.

Carmen salientou que, para piorar ainda mais, houve o corte de recursos. Um problema que vai agravar ainda mais a situação dos milhões de brasileiros que buscam atendimento na rede SUS e hospitais conveniados.

É preciso concordar com a deputada. Não se entende certas atitudes do Governo Federal.

Pois, o contingenciamento de R$ 11,4 bilhões significa aumentar a quantidade de pacientes na fila de espera e mais dificuldades para reajustar as tabelas do SUS.

Carmen alerta que isso vai fazer com que mais clínicas deixem de ser prestadoras de serviço ao sistema. Os hospitais filantrópicos que não estavam suportando mais o teto extrapolado, que já estavam produzindo mais do que estavam recebendo, agora, passarão a ter mais dificuldade.

A parlamentar apelou ainda para a sensibilidade, (se é que ele tem) do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, lembrando que saúde não é despesa, é investimento no ser humano.

Uma grande verdade. Endosso as palavra da deputada. Estão brincando de governar, fazendo cortes em setores cruciais, como a educação e a saúde.

Reduzir gastos internamente no governo, nem pensar. Nenhuma demissão sequer, é anunciada, visando enxugar a máquina administrativa.

Transferem toda a responsabilidade das contas da corrupção e a má gestão dos recursos públicos, para o povo.

Novas cargas tributárias

Como de costume, todas as manhãs, folhando os jornais, deparo-me com a notícia de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao falar para os senadores nesta terça-feira (31), não descarta a possibilidade de criar novos impostos.

Segundo ele, para evitar os novos tributos é preciso parar as perdas. Entre elas, deixa no ar, a necessidade de menos dinheiro para os municípios, por exemplo.

O intrigante é notar que o Governo Federal não fala nunca em Reforma Administrativa, como a diminuição do inchaço nas máquinas públicas, ou quem sabe, a extinção de um ou outro ministério.

Querem diminuir custos, mas se falar em tirar um servidor, não os de carreira, nem pensar. Irmanados sempre! Sem contar a criatividade zero. Criar imposto é mais fácil!