A presença dos celulares em nossas mãos criou um novo comportamento. O aparelho que há muito não serve apenas para falar, se insere de forma definitiva como uma ferramenta essencial como meio de comunicação até no trabalho.
Observar, especialmente a nova geração, em que vemos crianças ainda, já usando computadores e navegando como quem já sabe o que fazer também com celulares, nos remete há uma necessidade de mais aceitação.
Quem sabe, fazer uso dos aparelhos para fortalecer a educação desses jovens de hoje bem diferentes dos que há poucos anos atrás desconheciam o que representava um simples aparelho de celular, quanto mais um iphone.
Mas, uma nova tendência poderá quebrar barreiras que hoje impedem aos alunos, a utilização do celular em sala de aula.

Foto ilustrativa
A Google propõe fazer com que a educação passe a ser algo prazeroso e despertar nos alunos o desejo pelo conhecimento. A ideia é que eles utilizem essa tecnologia de forma efetiva.
É preciso aceitar que os tempos são outros. Foi-se a época em que a biblioteca era o único recurso para as pesquisas.
Os professores, aos poucos terão que se ajustar à realidade atual. Um caminho sem volta.
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Projeto piloto
Em Santa Catarina, na cidade de Palhoça, um projeto neste sentido será executado na Escola de Educação Básica Irmã Maria Teresa, uma das parceiras do Movimento SC pela Educação que recebe diariamente 1,4 mil alunos do ensino médio.
A inovação junto aos alunos com a mídia nas mãos irá fazer com que as escolas procurem entrar também no mundo dos alunos, e não só os alunos viverem o que a escola quer ou pensa. Uma nova prática pedagógica já é realidade.
Portanto, se o aparelho não for banalizado e com a devida orientação, as proibições de uso em sala de aula poderão ser revogadas, desde que o fim seja essencialmente pedagógico.





Enquanto a Justiça não se entende com os donos do WhatsApp no que tange ao sigilo de mensagens para fins de investigação criminal, a punição se estende a todos os usuários do aplicativo no Brasil. Coisas desse imenso território, mas que um juiz lá não sei de onde, ganha notoriedade, negativa.