Recentes chuvas deixam rastro de destruição em Urubici

Pontes arrastadas, rodovias intransitáveis, lavouras inteiras destruídas e prejuízos de milhões, especialmente aos moradores do Vale do Rio Canoas. Esta é a realidade de Urubici devido ao temporal desta semana. Dois dias após cessadas as chuvas, a situação em muitas comunidades é desoladora.

A prefeita Mariza Costa relatou na manhã desta sexta-feira (06), a situação ao secretário de Estado do Desenvolvimento Social, João Batista Costa e ao diretor estadual de Habitação e Regularização Fundiária, Leonardo Martins Machado. Ela se encontrou com eles para tratar sobre o programa SC Mais Moradia.

As fortes chuvas entre segunda e quarta-feira, fizeram com que os rios de Urubici transbordassem, especialmente o Canoas e o rio Bispo. A correnteza simplesmente destruiu tudo pela frente e teve produtor rural que perdeu animais como gado, búfalo e porcos, arrastados pela correnteza.

Até mesmo a ponte na rodovia SC-370, localidade de Canudos, que leva à Serra do Corvo Branco, teve uma das cabeceiras arrancada pela água. A pista cedeu e uma cratera com ao menos cinco metros de largura por três de profundidade deixou a serra isolada. Uma outra ponte de grande porte, nas margens da mesma rodovia na localidade São José, também teve uma das cabeceiras arrastadas pela correnteza.

(Informações e fotos: Onéres Lopes

Sobre a destruição de aparelhos de som

A propósito, ocorreu no início deste mês, no 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM) a destruição de aparelhos de som, autorizada pelo poder judiciário através de 48 processos judiciais.

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Eram aparelhos apreendidos pela Polícia Militar em ocorrências de perturbação do trabalho ou sossego alheio.

A operação tem seus motivos, especialmente pelo não respeito ao direito dos demais. A perturbação de sons tem sido comum, nas madrugadas, quando alguns tipos de som até assustam pelo volume. Além disso, à noite, num horário em que todos dormem. Não há respeito.

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Portanto, está certa a Justiça em fazer o que fez, para tentar conter os abusos fora de hora.

A Polícia lembra que, se houver cooperação e respeito entre os cidadãos inexistirá a necessidade de ocorrer intervenção pública.

Parque Ecológico é alvo de vandalismo

Sou um defensor da natureza e não dá para admitir que pessoas irresponsáveis depredem o patrimônio de forma tão gritante.

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Nesta semana, ciclistas vândalos depredaram as trilhas do Parque Natural João José Theodoro da Costa Neto; o nosso Parque Ecológico, em Lages.

Com suas bicicletas de montain bike, praticamente destruíram as passagens que as pessoas costumam a fazer suas caminhadas.

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Até mesmo os pequenos pontilhões foram danificados, e a trilha completamente destruída, sem falar de outras atrocidades como dejetos fecais e papel higiênico espalhado. Parece que os tais vândalos já tem a devida identificação.

Por outro lado, sempre imaginei que lá existe a mínima vigilância. Uma pessoa que possa, não enfrentar os vândalos, mas pelo menos ver e chamar a Polícia.

O Município tem também o dever de vigiar e proteger seu patrimônio. O Parque já foi mais bem vigiado.

O lugar deveria ser um espaço para caminhadas e aventuras ecológicas, mas ninguém se arrisca a passear por lá, exatamente pela insegurança no local.

De qualquer forma é realmente inadmissível que pessoas possam fazer tanto estrago num ambiente saudável e junto à natureza.

(Fotos: Comunicação da Prefeitura)

Uma tonelada de mercadorias ilegais destruídas

É que fez neste mês de junho, a Delegacia da Receita Federal do Brasil em Lages/SC.

6 Foto destruição bebidasA destruição faz parte do XIII Mutirão Nacional de destruição de mercadorias apreendidas pela Receita Federal, realizado em todo o país.

Todo o material é oriundo das apreensões realizadas nas ações da fiscalização aduaneira de combate ao contrabando, descaminho, pirataria e a outras práticas ilegais no comércio exterior.

13 - foto 10Foram destruídos receptores de sinal de TV digital piratas, brinquedos sem selo do INMETRO, CD e DVD piratas, placas-mãe de computador de caça-níqueis, armas de choque genérica, bastão de luta, perfumes, cigarros e bebidas.

Os materiais foram destruídos em empresas de reciclagem da região e os resíduos serão reaproveitados por estas instituições, sem agressão ao meio ambiente.