O que fez a colunista da Folha de São Paulo, Giovana Madaloso, se perde no vazio da inteligência, mas se encontra na mais pura maldade e ignorância. Aliás, por certo, nem sabia o que estava escrevendo, e mesmo assim, se propôs a difamar a cidade de Urubici, apenas por ser catarinense, e o Estado ter votado em massa a um presidente de direita. Isso bastou para “crucificar” a cidade aos olhos do país, e com a conivência da editoria.

Ao ver a inscrição Heil sobre o telhada de estabelecimentos, deduziu, na sua pequena cabeça, que só poderia se tratar de um termo nazista, e, sequer checou a razão. Era apenas o sobrenome de uma respeitada família. Sua escrita ecoou nos meios de opinião, e foi rechaçada como tal. Enfim, uma atitude criminosa que jamais será esquecida, amparada pelo próprio veículo. Os catarinenses também reagiram.
Carta aos catarinenses
O governador Jorginho Mello reagiu através da escrita de uma carta aberta expondo a sua opinião. Segundo disse, nascido e criado em Santa Catarina, conhece bem todos os 295 municípios. Ao escrever comentando o contexto dado pela colunista da Folha, sobre Urubici, se dirigiu a todos, incluindo os descendentes de várias etnias, as quais, se identifica. Num dos trechos falou do orgulho em viver num estado como Santa Catarina.
Disse ser um estado pequeno em território, mas gigante em tanta coisa. De que os indicadores reconhecem a grandeza na qualidade de vida, na natureza, no turismo, na indústria, no comércio, na gastronomia, na segurança e por aí vai.
“Parece que estamos incomodando. Vez ou outra tem alguém falando mal, colocando rótulo, inventando história. Quando é comigo eu fico bravo, mas deixo passar. Sei que homem público está sujeito a essas coisas, e desde os 18 anos estou na política”, citou em um dos trechos da carta.
Por fim, evidenciou a fala mentirosa da colunista sobre o povo catarinense, e não poderia deixar de sair em defesa. Se referiu a ela como “pretensa jornalista”, e que veio passear com a família, em Urubici, e depois saiu dizendo que visualizou palavras nazistas em telhados de casas, o que não a surpreendia por estar em um estado onde as pessoas elegeram um fascista. Enfim, é de se lamentar algo assim, carregado por um pensamento meramente ideológico.



