Como se sabe o Hospital está interditado desde o dia 15 de janeiro pela Vigilância Sanitária e acumulando dívidas que, somente em encargos trabalhistas dos funcionários, ultrapassam os R$ 90 mil.
O importante é que a questão está sendo tratada e alternativas foram apontadas a partir de reunião na tarde desta quinta-feira (5), lá mesmo no Hospital.
Uma das ideias foi a de utilizar o prédio para outros fins sociais, ao invés da manutenção da estrutura que se torna inviável do jeito que está. Mas, sem fechar.
A questão é que a instituição precisa sair da situação em que se encontra. Assim, a criação de um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) microrregional está entre os possíveis destinos.
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Outras alternativas
Outras alternativas foram apontadas, mas o que realmente poderá ser feito é a futura ampliação do horário de atendimento para o período noturno.
Outra possibilidade sugerida foi uma sala de estabilização, que contaria com equipamentos específicos e um técnico permanente para dar o primeiro atendimento a casos que podem se agravar até a chegada ao hospital mais próximo, no caso, em Lages, distante 40 quilômetros.
Residência terapêutica, casa-dia para idosos, entidade de assistência social e até uma instituição educacional entraram na pauta, mas a alternativa que mais agradou a prefeitura e a direção do hospital foi a destinação do prédio a um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) microrregional para o atendimento ambulatorial, e não de internação, a pacientes depressivos, neuróticos, ansiosos, esquizofrênicos e dependentes químicos.
Foram estas as principais proposições. Agora, o que se espera é uma rápida decisão sobre realmente se defina o que será feito do Hospital.
(informações e fotos: Pablo Gomes)



