Decisão do STF suspende o mérito da inconstitucionalidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para suspender a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) da Procuradoria-Geral da República contra o Código Ambiental de Santa Catarina, aprovado em 2022.

O ponto central da disputa envolve os campos de altitude: a legislação catarinense define como áreas de preservação permanente (APPs) aquelas acima de 1.500 metros, enquanto a PGR defendia a proteção de áreas acima de 400 metros, o que abrangeria cerca de 80% do território estadual.

Deputado Valdir Cobalchini (MDB) / Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado Valdir Cobalchini comemorou a decisão, destacando que a medida preserva empregos, PIB e atividades econômicas estratégicas, e reforçou que o Código foi construído de forma participativa, conciliando preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Seja como for, a decisão do STF equilibra a proteção ambiental com a realidade socioeconômica de Santa Catarina. Se a proposta da PGR prevalecesse, haveria impactos severos na produção agrícola, pecuária e florestal, comprometendo empregos e municípios inteiros.

Em suma, apesar da formação de maioria no STF para suspender a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o Código Ambiental de Santa Catarina, a ação ainda permanece em tramitação na Corte. Enquanto isso, o Código Ambiental catarinense continua em vigor, representando uma vitória parcial para o estado.

Região Turística dos Campos de Altitude

Mais uma questão relacionada ao turismo serrando entrou na pauta de discussão de lideranças regionais.

Reunião Turismo (2)

A intenção é desenvolver projetos em conjunto, eventos e integrar através do turismo os municípios de Lages, Painel, São Joaquim, Urupema, Rio Rufino, Bocaina do Sul, Urubici, Bom Jardim da Serra e Bom Retiro.

Foi a proposta discutida na tarde desta quinta-feira (25), no auditório daAmures entre secretários de Turismo e equipe técnica dos respectivos municípios.

Reunião Turismo (5)

A proposta de implantar sinalização turística padronizada, roteiros integrados, feira de artesanato, portais de entrada nos municípios, campanhas promocionais integradas e dentre outas ações fortalecer entidades, associações e iniciativas regionais foi consenso entre os participantes.

O bom de tudo é que a ideia é desencadear um trabalho de turismo integrado que poderá se expandir a toda Serra Catarinense.

O que se espera a partir de agora é de que a prática ganhe forma.

(Informações e fotos: Oneres Lopes)