Segundo estatísticas, são quase 60 milhões de brasileiros que estão negativados, e impossibilitados de fazer novos investimentos.

Aliás, o sistema marginaliza estas pessoas, a tal ponto de jugar igualmente a todas, como maus pagadores e por isso, o distanciamento delas ao crédito. Às deixam numa espécie de limbo, e entregues à própria sorte.
A saída da situação do desconforto do crédito negativado, só depende do esforço unicamente do indivíduo, custe o que custar. Ao resgatar a credibilidade, volta a pertencer ao mundo dos bons pagadores.
Uma cultura que poderia ser mudada, se os governos e as entidades do setor do comércio tivessem alguns programas, em que, analisados cada caso, poderiam devolver o crédito a essas pessoas, e incorporá-las novamente ao meio de consumo.
Dá para imaginar quantos desses foram empurrados a se endividar, graças às atrações ao consumo estimuladas pelo comércio, bancos e até mesmo pelo Governo através de insentivos diretos?
Mas não tem jeito. Marginalizados e sem crédito, tais consumidores não têm a chance de voltar ao convívio social no comércio, não sem antes darem um jeito de quitarem suas pendências, e, diga-se de passagem, sem ajuda de nenhum sistema.
Talvez fosse hora de olhar para esses “marginais” e propor uma forma de ajuda-los. Uma fatia tão grande assim de consumidores ao sair do negativo, poderia auxiliar e muito na economia.
Coloco esta questão por curiosidade. E quem sabe possam pensar mais nesses esquecidos que vivem na zona negativa do crédito dos consumidores, e pensar em alguma forma de ver neles a chance de ajuadrem na recuperação da crise.
Em suma. Se está com o crédito negativado, que se dane! Ajuda só de você mesmo!



