O deputado se pronunciou nas redes sociais, não como parlamentar, mas como morador de Blumenau, e que desde criança sofre com a enchentes, na própria casa. Disse que acompanha esse processo desde quando era vereador. Tratou da questão com vários governadores.

No entanto, fez forte menção sobre a decisão de Jorginho Mello de intervir na Barragem de José Boiteux, e de ter colocado a PM para tomar conta do lugar. Citou que há muito tempo faltava um homem de coragem para tomar esta decisão.
Segundo o deputado, a região da Barragem é ocupada por um conjunto de sete aldeias e com sete caciques diferentes, o que torna difícil qualquer acordo, complicando o avanço das negociações. E foi além. Disse que existe um processo dentro do sistema das aldeias, controlado pela Funai, amparados muitas vezes pelo Ministério Público Federal, pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), e um ciclo político vicioso que sustenta todo o sistema, que não permite os acordos.
Ele não aceita que a cada rodada de conversação, a comunidade indígena coloque novas exigências, impedindo a reforma da Barragem. Disse que precisa um basta. O Estado não pode mais ficar refém de uma comunidade que há muito tempo deixou de ser puramente indígena.





