Crimes deixam comunidade perplexa

A sociedade lageana está, além de estarrecida, preocupada e perplexa com a sequência de mortes neste início de ano, de forma cruel e sem chance de defesa.

Primeiro o casal executado a tiros no Bairro Bom Jesus, no último dia 05. Agora, o jovem de 14 anos, encontrado morto no Morro Grande, também com indícios de execução.

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Razões precisam ser apontadas. Porém, as drogas aparecem como elemento principal em ambos os casos.

É preciso uma reação. Lages, infelizmente, não está fora da rota do tráfico, e, fatos assim, criam uma nova situação, e fazer com que o estado de alerta deva ser ampliado.

Autoridades policiais de Lages, sei, têm feito o possível para que a prevenção evite casos graves com finais trágicos como esses.

No entanto, creio que a questão mereça uma ampla discussão, com o envolvimento dos vereadores, polícia, prefeitura, a comunidade e a imprensa.

Tais fatos não podem ser taxados como naturais, e obviamente não o serão.

Vamos então aguardar as investigações e torcer pelo sucesso, mais uma vez, de nossos policiais, na elucidação desses crimes, o quanto antes.

(Foto: Cláudio Pereira – Rádio Clube Lages)

Aconteceu

Três assassinatos num final de semana, duas fugas do presídio regional, e, sendo que um desses assassinatos ocorreu entre menores dentro do Centro de Atendimento Socioeducativo – CASE, no bairro da Penha, em Lages.

Eis que surge a versão da “fatalidade”, ou seja, um jovem de 18 anos morreu por acaso, e enforcado.

E, pelo que consta, no mesmo recinto, quarto ou cela, onde conviviam outros jovens, nada viram porque jogavam xadrez. Um menor de 16 anos, teria confessado o crime.

A verdadeira versão deverá vir à tona.

Por outro lado, no Presídio, com capacidade para 80 presos, o número beira aos 300.