Reajuste tarifário da Celesc passa a valer nesta quinta (22)

A informação de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou na terça-feira, 20 de agosto, o reajuste anual da Celesc. O efeito médio ao consumidor ficou em 3,02%, abaixo da inflação de 4,50% do período (IPCA), em tempos altas em outros setores, é menos ruim, devido aos índices ficaram abaixo da inflação.

Consumidores residenciais, rurais e pequenos comércios terão reajuste de 4,19%, a partir desta quinta-feira (22) / Foto: Imprensa Celesc

Para os consumidores do Grupo A, que representam as indústrias e grandes empresas com fornecimento em alta tensão, o reajuste foi ainda menor, apenas 0,75%, mantendo a competitividade do setor industrial de Santa Catarina pelo segundo ano consecutivo.

Para os consumidores do Grupo B, que incluem as residências, pequenos comércios e consumidores rurais conectados em baixa tensão, o reajuste foi de 4,19%, um patamar controlado e abaixo dos índices de inflação, garantindo que o impacto seja o menor possível para esses consumidores.

Diante do exposto, a tendência é que a tarifa da Celesc continue figurando entre as menores para as empresas com mais de 500 mil unidades consumidoras à medida que as demais distribuidoras comecem a anunciar seus reajustes.  (Fonte: Imprensa Celesc)

Conta de luz: peso no bolso

Volto a tocar no assunto. Pois, a pandemia do novo coronavírus, o fechamento de empresas, o desemprego crescente, enfim, a falta de dinheiro, não foram elementos suficientes para que a Celesc deixasse de lado, pelo menos por mais um tempo, o abusivo aumento na tarifa elétrica, em 8,14%. Pior ainda, a postura da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ao sugerir o alto percentual, acatado pela estatal catarinense.

Faltou sensibilidade, para não dizer vergonha na cara. Há poucos dias a empresa revelou uma inadimplência de 33% nos últimos meses, um indicativo de que a situação do povo não anda nada boa, e, mesmo assim, decide pelo aumento de um bem de consumo, que por si só, já é bastante caro.

Por ser uma Estatal, a presidência e a maioria dos diretores da Celesc são gestores indicados pela política, portanto, com o aval do Governo. Por estas e outras coisas que a popularidade de Carlos Moisés, só decai.

Foto: ilustrativa

Que hora para anunciar aumento na conta de luz!

No início do mês a Celesc informou o índice de inadimplência de 33% no primeiro semestre de 2020, entre os consumidores de energia elétrica em sua área de concessão.

Uma constatação clara das dificuldades vividas pelos consumidores nesse período de pandemia. Mesmo assim, não sei onde a empresa encontrou coragem para anunciar aumento de mais de 8% nas tarifas.

Há, mas foi a Aneel que autorizou. Nada. Poderia postergar, não aceitar, enfim, entender a situação e não dar mais este golpe no bolso da população. Faltou sensibilidade para não dizer vergonha na cara dos dirigentes, que na hora de dividir os lucros não se fazem de rogados.

Manifesto na Alesc

Na Assembleia Legislativa, entre os deputados, na sessão desta quarta-feira (19) o assunto não passou em branco. E nem poderia. É o mínimo a ser feito por nossos representantes políticos.

O deputado Marcius Machado foi um dos que protestou, salientando a injustiça do aumento neste momento de instabilidade, com o crescente índice de desemprego.

O deputado disse ainda que deve apresentar moção para a bancada catarinense no Congresso pedindo apoio para que o reajuste seja revisto, além do repúdio à Aneel e à Celesc.

Foto: divulgação

Sem corte no fornecimento de energia elétrica até final de julho

Foi o que definiu na última segunda-feira (15/6), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A prorrogação se estende até o dia 31 de julho, a partir dos efeitos da Resolução 878, aprovada em março deste ano, que, entre outras medidas, proíbe o corte do fornecimento de energia elétrica por inadimplência de unidades consumidoras residenciais urbanas e residenciais rurais, incluindo baixa renda, além de serviços e atividades consideradas essenciais pela legislação, como instituições da área de saúde.

Vale lembrar que se torna importante o pagamento das faturas, pois, após este período o corte será retomado por inadimplemento e, conforme a resolução da ANEEL.

Neste período (de não corte) pode haver negativação e protesto em cartório (REN 878 da ANEEL, do dia 24 de março de 2020, Artigo 2º, Parágrafo 4º).

(Foto: ilustrativa)

Vem aí mais um amento da conta de luz

luzO novo reajuste nas tarifas foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), nesta terça-feira (04).

O aumento médio chega a 3,61% para Santa Catarina. O novo percentual começa a valer a partir da próxima sexta-feira (7).

Cerca de 2,7 milhões de unidades consumidoras serão afetadas.

Para os consumidores residenciais, o aumento será de 3,63%. Já para as indústrias, o acréscimo será de 3,59%.

É o segundo reajuste de energia neste ano, que também se soma à cobrança de bandeiras tarifárias.

(Fonte: ClicRBS)

Consumidor terá que suportar novo aumento da energia

energiaComo um cidadão comum, é difícil saber quais serão os reflexos de tanto aumento em todos os setores.

A energia elétrica que mal havia sido reajustada, terá, conforme anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) novos índices de reajuste da tarifa referentes à Revisão Tarifária Extraordinária (RTE), para 58 concessionárias em todo o país.

Os novos valores tarifários terão vigência a partir de 2 de março e variam conforme a realidade de cada distribuidora.

Em Santa Catarina, para os clientes da Celesc Distribuição, o Índice de Reposicionamento Tarifário a ser aplicado tem efeito médio de 24,8%, variando de 21,31% para os consumidores residenciais atendidos em baixa tensão a 29,90% para o Grupo A1 (indústria), atendido em tensão maior ou igual a 230 KV.

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A justificativa

A Revisão Extraordinária é o mecanismo usado para promover o equilíbrio econômico e financeiro das concessionárias diante de custos extras, quando não previstos nos processos ordinários de reajuste e, portanto, sem previsão de cobertura tarifária.

Os valores divulgados pela Aneel para a RTE da Celesc têm o objetivo de cobrir o aumento do custo da compra de energia da Usina Itaipu, que sofreu variação de 46,14% no último mês de janeiro; a elevação em 1.292% dos encargos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), devido ao fim dos subsídios do Governo Federal aos programas sociais de universalização da energia elétrica e fomento à geração de energia alternativa; e também dos custos com a aquisição de energia em leilões de ajuste, necessários para atender o acréscimo da demanda.

Fiesc a favor da coerência

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) irá interpor recurso na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) buscando revisão do índice de reajuste médio de 22,6% na tarifa em Santa Catarina, autorizado nesta semana.

O anúncio foi realizado pelo presidente da FIESC, Glauco José Côrte, após reunião com a direção da Celesc nesta sexta-feira (8) à tarde.

A entidade vai preparar a fundamentação para o recurso administrativo depois de analisar a notas técnica sobre o reajuste, adiantou Côrte.

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Painel com os candidatos

Por outro lado, os candidatos ao governo de Santa Catarina Raimundo Colombo, Paulo Bauer e Claudio Vignatti assumiram o compromisso de buscar a redução da carga tributária do Estado, se eleitos.

Candidatos na FiescEles participaram de painel na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta sexta-feira (8), em Florianópolis.

No encontro, a FIESC debateu com os candidatos a Carta da Indústria, documento que contempla as demandas do setor, elencadas a partir de pesquisa com industriais e do trabalho realizado por meio dos diversos fóruns de discussão da FIESC.

Aumento da energia em SC: 22,42%

energia eletricaA Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou os índices de reajuste das tarifas de fornecimento de energia elétrica para cada classe de consumidores da Celesc Distribuição.

Os novos valores tarifários terão vigência a partir de quinta-feira, 7.

Conforme definido pela Agência Reguladora, o Índice de Reajuste Tarifário (IRT) para o período 2014-2015 é de 23,21%.

Para os consumidores residenciais, atendidos em baixa tensão (Grupo B), o efeito médio percebido do reajuste será de 22,76%.

Para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias e unidades comerciais de grande porte, como shopping (Grupo A), o efeito médio será de 22,42%.

E depois dizem que a inflação está sob controle. Um aumento dessa magnitude é para descontrolar qualquer índice. Uma paulada no bolso dos consumidores.

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FIESC se posiciona

A FIESC já declarou que a elevação nas tarifas de energia elétrica para os consumidores catarinenses,Glauco Côrte agravará a situação do setor industrial do Estado, avalia a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

Segundo disse o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, o resultado será maior pressão por elevação de preços em toda a economia, com alta da inflação e, ao mesmo tempo, piora da situação da indústria, que tem dificuldade em repassar esse aumento de custos para os seus preços.

Ele lembra que indicadores que iniciaram o ano positivos, como os do emprego, de vendas e da produção industrial, já sinalizam tendência de reversão.