Ana Campagnolo (PL) criticou severamente a Cartilha de Atenção Humanizada publicada com o apoio do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Estadual (MPSC), Polícia Civil (PC), Defensoria Pública e Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Segundo aponta, assim que tomou conhecimento fez contato com o governo sobre o material que induz meninas e mulheres em condições de interrupção de gravidez. Segundo disse, elas vão matar seus filhos e não serão punidas por isso.
A Cartilha está falando em como matar seu bebê de forma legal com os riscos inerentes e tudo com o dinheiro do contribuinte. Segundo a parlamentar, o documento possui muitas falhas, entre elas, por não falar sobre limite de idade gestacional e sobre o impacto na saúde da mulher que realiza o aborto.
Campagnolo também criticou o fato de a mulher não precisar apresentar boletim de ocorrência de estupro no hospital, sendo que o estupro requer ação penal incondicionada, circunstância que obriga o médico a notificar o estupro, segundo a deputada. (Fonte: Agência Alesc).



