Presidenciáveis em SC

O Estado de Santa Catarina segue sendo uma rota atrativa para os presidenciáveis. Neste sábado (7), em Chapecó, a visita do pré-candidato do MDB movimenta a política regional, quando partidários vão ouvir o que o homem tem a dizer.

 (Foto: Sérgio Lima / PODER 360).

A organização é do deputado federal Valdir Colatto que, nestas eleições pretende se lançar a voos mais altos. Quer disputar nas convenções do Partido, a chance de se eleger senador, numa briga interna com o ex-governador Paulo Afonso Vieira.

Colatto convidou para a visita nomes fortes do partido, caso do pré-candidato ao governo, Mauro Mariani, e quer, neste evento, fazer uma espécie de lançamento da sua pré-candidatura ao Senado.

Álvaro Dias

Na próxima quinta-feira (12), o presidenciável do Podemos, Álvaro Dias será o ilustre visitante em Santa Catarina. É o nome de um partido ainda em fase de maturação, e que tem no Estado dois deputados estaduais, Fernando Coruja e Natalino Lázare.

O encontro com Dias, deverá servir também para definições internas. A principal delas é a condição do lageano Coruja (foto), em ser ou não candidato ao senado. Também se acontece ou não a reafirmação da união do Podemos com PSD e Progressistas em 2018.

Nesta direção, Lázare está com Merisio, e Coruja quer distância. Arestas que deverão ser analisadas e com definição, a partir do encontro com Álvaro Dias aqui em SC. É a melhor oportunidade para que essa situação tenha um desfecho.

Coruja não aceita apoiar o PSD

No que depender do deputado estadual Natalino Lazare, o Podemos estará fechado com o PSD. Mas, o deputado Fernando Coruja não concorda. Ele que é pré-candidato ao Senado, justamente para rivalizar com Raimundo Colombo, (PSD), também pré-candidato ao Senado.

Caso se confirme a aliança do Podemos em apoio a Gelson Merisio, a porta se fecha para Curuja que deverá se recolher, e não mais disputar o processo eletivo deste ano.

Por outro lado, o deputado lageano aguarda uma posição nacional, principalmente do presidenciável Álvaro Dias.

Seja como for, Coruja está em saia justa diante desta possibilidade de aliança. Caso se oficialize poderá repensar a vida política, em se candidatando à reeleição a estadual; quem sabe a federal, ou simplesmente se recolher e tocar a vida.