Na condição de acadêmico de jornalismo tive oportunidade de acompanhar as exibições de curtas metragens inscritos na terceira edição do Curta Lages Mostra de Cinema, produzidos em Lages, e por lageanos.

Os filmes foram rodados na quinta e sexta-feira (24 e 25) no Teatro do Sesc. E, nestas duas noites as exibições tiveram casa cheia.
O festival apresentou novidades nesse ano, e uma delas foi a condução realizada pelo ator e diretor Julian Marques que apresentou os curtas e uma homenagem a Alceu Reche, colaborador do cinema lageano que faleceu neste ano.

Não sou entendido em cinema. Porém, o esforço quem os produziu podia ser sentido em cada um dos filmes rodados. Os temas diversos, desde histórias complexas a documentários de gêneros de vida tiveram a forte interação de pessoas dedicadas à produção cinematográfica.

Destaco, na primeira noite, a animação do cineasta Pedro Wilbert, que conta a história do pinhão, da gralha azul e do pinheiro, chamou a atenção dos familiares presentes. Muito bacana.
Já na segunda noite, nesta sexta, destaque para o belo documentário do cineasta Fernando Leão, sobre a cigana Sebinca Christo falecida em 1965.
Bonito ver também o filme ficção “Edgar e o Reino Submerso” de Armin Daniel Reichert conta a lenda da Serpente do Tanque de forma lúdica e divertida.
Porém, resumidamente, todos os filmes rodados contaram com a inspiração dos produtores, e tiverem merecidos aplausos.
Enfim, valeu o esforço para dar visibilidade a um trabalho difícil em Lages, mas que aos poucos tem conseguido algum suporte e está próximo alcançar maior valorização.
Fotos: Fabrício Furtado – FCL






