Nesta última sexta-feira (24), a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão contra quatro suspeitos da prática de abigeatos, como é popularmente conhecido o furto de gado, ocorridos em Capão Alto e Região. As prisões ocorreram no Rio Grande do Sul, nas cidades de Passo Fundo, Santa Cecília do Sul e Ciríaco, onde foram localizados os suspeitos.

A base da operação denominada de “Porteira segura” foi montada na cidade de Tapejaras-RS, de onde os policias civis catarinenses e gaúchos partiram para o cumprimento dos mandados. As prisões ocorreram no estado vizinho do Rio Grande do Sul, nas cidades de Passo Fundo, Santa Cecília do Sul e Ciríaco, onde foram localizados os suspeitos.
Além da Polícia Civil de Capão Alto, Município onde se desenvolveu a investigação, a operação conjunta contou com a participação dos policiais civis de Anita Garibaldi e das Comarcas gaúchas de Tapejara e Ciríaco.
O roubo
No início do mês de outubro, foram furtadas de uma fazenda localizada na região da Coxilha Rica, 48 cabeças de gado e mais uma égua da raça Crioula, o fato repercutiu em razão da audácia e do preparo dos criminosos, que atuaram com organização e tempo para consumar a empreitada criminosa ao furtar e transportar a enorme quantidade de gado.
Investigações
Após intensa investigação pela Polícia Civil, conseguiu-se identificar e localizar não só os dois caminhões e uma caminhonete utilizados para o transporte, como também seus proprietários e condutores na ocasião.

Ainda, em diligências no início do mês de novembro, a égua furtada foi localizada exatamente na propriedade do principal suspeito e possivelmente líder da organização. O equino foi identificado pela vítima, a quem lhe foi entregue. Parte do gado furtado também já foi recuperado.
Investigações continuam
Todas as circunstâncias do crime, bem como identidade dos envolvidos somente serão divulgadas após encerramento das investigações e indiciamento pela autoridade policial. Trata-se de uma rápida e eficaz resposta da Polícia Civil à altura do que é esperado e merecido pela sociedade da Serra Catarinense.
A investigação que descobriu a associação criminosa e que levou seus integrantes à prisão durou cerca de 50 dias. e segundo informações outras investigações estão em curso e novas operações serão deflagradas nos próximos dias.
Por: Rodrigo Antunes da Rádio Explosão FM – Fotos: Divulgação Policia Civil